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A China ultrapassou os EUA em 2013 no número de patentes relacionadas com inteligência artificial (IA) concedidas anualmente, entre 2010 e 2022, segundo os dados mais recentes disponíveis, do Center for Security and Emerging Technology (CSET), via o “2024 AI Index Report” da Universidade de Stanford.
Desde então, a China tem registado um enorme crescimento no número de patentes em IA concedidas todos os anos. Em 2022 o país obteve mais patentes do que todas as outras nações juntas. Embora tal sugira que a China é muito ativa em investigação em inteligência artificial, não significa necessariamente que é o país mais avançado em termos de capacidade.
Nos EUA as patentes de IA estão concentradas em grandes empresas, como a IBM, a Microsoft ou a Google. Na China estão mais distribuídas por organizações governamentais, universidades e empresas de tecnologia (como a Tencent).
Em termos de área, as patentes na China estão normalmente relacionadas com a visão computacional, um campo da IA que permite que computadores e sistemas interpretem dados e inputs visuais. Já nos EUA os esforços estão distribuídos de forma mais equitativa pelos diferentes campos de investigação.
Fontes: Visual Capitalist/“2024 AI Index Report”, Universidade de Stanford
30-04-2024
Portal da Liderança
As colaboradoras estão atrás dos colegas no uso da tecnologia de inteligência artificial (IA). Tal pode ter grandes implicações não só para as trajetórias profissionais individuais, mas também para as empresas que criam e preenchem os empregos do futuro.
As mulheres não têm estado tão interessadas quanto os homens em adotar a IA generativa. De acordo com investigação Oliver Wyman Forum junto de 25.000 trabalhadores adultos, 59% dos trabalhadores do sexo masculino com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos em todo o mundo afirmam utilizar ferramentas generativas de IA pelo menos uma vez por semana, enquanto apenas 51% das mulheres dizem o mesmo. Esta disparidade persiste entre grupos etários e nas 16 geografias estudadas.
Talvez o mais preocupante seja o facto de a disparidade ser maior entre os trabalhadores mais jovens: 71% dos homens com idades entre os 18 e os 24 anos afirmam utilizar IA generativa semanalmente, em comparação com 59% das mulheres.
A boa notícia é que as empresas têm o poder de reverter esta tendência, ao proporcionar mais competências, criar uma visão partilhada com os trabalhadores, alargar as equipas de TI, convidar líderes de unidades de negócio e “superutilizadores” da Geração Z e encorajar mais mulheres a adotar a IA generativa.
Fontes: Fórum Económico Mundial/Oliver Wyman Forum
24-04-2024
Portal da Liderança
Melhorar a saúde global dos funcionários pode criar triliões de dólares em valor económico, pelo que faz sentido para as empresas investir na saúde e no bem-estar dos colaboradores. As estimativas do McKinsey Health Institute apontam para que a oportunidade global total de otimizar a saúde e o bem-estar dos funcionários seja de 3,7 mil milhões a 11,7 mil milhões de dólares, o que equivale a aumentar o PIB global entre 4 a 12%. Juntas, as economias de alto e médio rendimento representam 95% desta oportunidade total.
Embora possa não ser viável a curto prazo levar todos os funcionários, no mundo, a um nível de bem-estar ideal, captar apenas 10% da oportunidade total poderia render até 1,17 mil milhões de dólares em valor anual e aumentar o PIB global em mais de 1%.
Além de contribuir para o aumento da produtividade no trabalho, os cálculos da McKinsey indicam que investir na saúde e no bem-estar dos colaboradores proporciona uma oportunidade positiva para atrair e reter talento. Até porque os funcionários que enfrentam desafios de saúde mental e bem-estar têm quatro vezes mais probabilidades de quererem deixar as suas organizações.
Fontes: Fórum Económico Mundial/McKinsey Health Institute
23-04-2024
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A população mundial duplicou em menos de 50 anos, de 4 para 8 mil milhões de pessoas. A Ásia foi o maior impulsionador do crescimento populacional global ao longo do séc. XX. A população deste continente cresceu em 2,8 mil milhões de pessoas entre 1900 e 2000, por comparação com os 680 milhões do segundo continente na lista, África (dados Our World in Data de março de 2023, com base no cenário das Nações Unidas de média de fertilidade).
A China foi a principal fonte da expansão populacional na Ásia, embora o seu crescimento populacional tenha abrandado nos últimos anos. Em 2023 a Índia ultrapassou a China como a nação mais populosa do mundo. Os países do Sudeste Asiático, como as Filipinas e a Indonésia, também têm sido grandes impulsionadores do boom populacional da Ásia.
Entretanto, estima-se que tanto a América do Norte como a América do Sul tenham um abrandamento no crescimento populacional. E a Europa é a única região que irá registar um decréscimo até 2050 – há um século a população representava cerca de 30% do total mundial; hoje o valor fica abaixo de 10%.
Fontes: Visual Capitalist/Our World in Data
18-04-2024
Portal da Liderança
Ter um líder tóxico não é apenas um inconveniente, pode ter sérios efeitos na nossa saúde física e mental. Um estudo da "Harvard Business Review" conclui que tal pode levar à diminuição da eficiência e a um mau atendimento ao cliente. No entanto, são muitos os colaboradores que continuam a seguir este tipo de liderança.
Ronald Riggio, professor de liderança e psicologia organizacional no Claremont McKenna College, na Califórnia, EUA, declara à CNBC que tudo se resume a “tendências humanas”. O docente acrescenta que há quatro principais motivos pelos quais as pessoas seguem um líder tóxico:
1. Quid pro quo
Algumas pessoas conseguem identificar os maus atributos de um líder, mas encorajam-nos porque pensam que serão recompensadas por demonstrarem lealdade. “Um mau líder atrai capangas que o cercam porque gostam de estar ligados a uma pessoa poderosa”, afirma Ronald Riggio.
2. “Preguiça cognitiva”
Se se tem um líder tóxico, pode ser muito tentador tentar ignorar o problema e dizer a si mesmo que está tudo bem, porque exige muito esforço tomar uma atitude a esse respeito. É o que o professor apelida de “preguiça cognitiva”. Tornamo-nos “preguiçosos e acabamos por aceitar as coisas como elas são”, diz. Se ninguém desafia um líder quando este faz algo de errado, pode-se estar a piorar o seu comportamento, pois o líder tem menos receio das consequências.
3. Pensar que bons resultados significam boa liderança
Onde alguns de nós observam o comportamento tóxico de um líder, outros podem apenas ver que ele está a produzir resultados, o que muitas vezes esconde a sua conduta, segundo Ronald Riggio. “Para estes líderes, os fins justificam os meios. Se parecem eficazes, as pessoas simplesmente não questionam como chegaram lá”.
4. Confundir egoísmo com confiança
É fácil confundir auto-importância e egoísmo com confiança e poder. “Somos atraídos pelas pessoas que parecem competentes – como se pudessem assumir o comando e adotar um papel de liderança”. Só que, como refere o professor, “podem ser narcisistas e as coisas podem sair do controlo”.
Assim, Ronald Riggio incentiva a que reconheçamos estas tendências psicológicas, para que possamos identificar quando estamos a seguir liderança tóxica. Acrescenta que também ajuda a compreender como é um bom líder: alguém que alcança resultados enquanto limita os danos colaterais, demonstra um cuidado genuíno pelos seus funcionários e aceita ajuda e feedback. E que deixa “uma equipa em melhor situação do que aquela em que a encontrou”.
17-04-2024
Portal da Liderança
Nota: Artigo adaptado de um texto produzido por Ramón Armero para a “Business Insider España”.
O capital direcionado para investimento privado, como negócios de capital de risco, pode ter decrescido entre 2021-2022, mas, um pouco por todo o globo, os Governos estão a colocar a inteligência artificial (IA) no topo das prioridades.
O dinheiro público pode ser investido sob a forma de um fundo como o da Arábia Saudita, ou através dos 30 mil milhões de dólares em subsídios que o Governo dos EUA está a utilizar para atrair fabricantes de chips/semicondutores de IA. E a União Europeia (UE) tem um programa semelhante, de 43 mil milhões de euros, pelo menos parcialmente focado em IA.
O investimento também pode ser feito na forma de um supercomputador de 540 milhões de euros para treinar modelos de IA, como o que está a ser financiado pela UE, França e os Países Baixos; ou a versão do Reino Unido de 900 milhões de libras destinada a ajudar o país a construir o seu próprio “BritGPT.” Já o Governo da Índia tem uma “missão de IA” multifacetada, financiada com o equivalente a 1,2 mil milhões de dólares. E prevê-se que os gastos da China com IA ultrapassem os 38 mil milhões de dólares até 2027.
Fontes: Fórum Económico Mundial/Stanford Institute for Human-Centered Artificial Intelligence
16-04-2024
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O montante global de dinheiro canalizado para investimento privado, como negócios de capital de risco, pode ter diminuído entre 2021-2022, mas a inteligência artificial (IA) permanece prioridade elevada para Governos em todo o mundo. Quando tal se traduz em legislação e financiamento específicos, tende a ser apelidado de “políticas industriais”.
Ainda recentemente foi noticiado que a Arábia Saudita estaria a implementar uma iniciativa de 40 mil milhões de dólares para investir em tudo em IA, desde fabrico de chips/semicondutores a centros de dados; o que seria um voto de confiança na tecnologia por parte de um dos maiores fundos soberanos do mundo.
Fontes: Fórum Económico Mundial/Stanford Institute for Human-Centered Artificial Intelligence
11-04-2024
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Os líderes de hoje enfrentam desafios múltiplos e interligados, desde a incerteza na economia à fragmentação geopolítica, passando pela crise climática. A complexidade destas questões exige um foco renovado no que constitui um líder eficaz. Tal exige cinco dimensões de liderança.
O Fórum Económico Mundial reuniu ao longo dos últimos 50 anos inúmeros líderes de Governos, de empresas e da sociedade civil para debater ideias, partilhar melhores práticas e colaborar em soluções. Estes líderes são capazes de superar desafios, de inspirar outras pessoas e alcançar um impacto significativo nos diferentes setores e comunidades.
Klaus Schwab, fundador e presidente executivo do Fórum Económico Mundial, teve oportunidade de conhecer muitos destes líderes ao longo das últimas cinco décadas. E formou a sua definição, “simples, mas prática, das principais dimensões da liderança eficaz”, que se decanta em cinco dimensões essenciais para fazer face a desafios complexos:
1. Alma: propósito claro
Os líderes precisam de uma direção clara em tudo o que escolhem fazer. A força motriz por detrás deste propósito pode resultar de crenças ou valores profundos aos quais aspiram estar à altura, ou pode vir de uma visão ambiciosa que procuram cumprir. O propósito resume os sonhos de vida de um líder, e alcançar este propósito ajuda-o a definir o seu legado, enquanto deixa um impacto positivo no mundo.
2. Cérebro: profissionalismo
A liderança requer competência e capacidades para um desempenho bem-sucedido no sentido de atingir metas. A inteligência contextual também é essencial, sobretudo quando vivemos num ambiente em rápida mudança como o de agora. Os líderes devem desenvolver a capacidade de pensamento sistémico para verem o “quadro geral” e ligarem os pontos.
3. Coração: paixão e compaixão
A força emocional por detrás das ações é importante. Pode ser um desafio ter sucesso porque os obstáculos podem impedir as oportunidades. Mas com paixão pelo seu trabalho e pelo seu potencial impacto, bem como compaixão pelos outros, os líderes podem envolver pessoas, comunidades e instituições num compromisso convincente para com um objetivo comum.
4. Músculos: perseverança para traduzir ideias em ação
Líderes eficazes fornecem energia para gerar resultados e ter impacto. O propósito, o profissionalismo e a paixão só podem ir até certo ponto, a não ser que os líderes também tenham o poder e a perseverança para executar as suas ideias e as levar a cabo.
5. Bons nervos: mentalidade positiva
Todos os líderes enfrentam adversidades, disrupção e muitas outras fontes de stress. A resiliência e uma mentalidade positiva são fundamentais para dominar tais situações e emergir ainda mais fortes. “Mens sana in corpore sano”, uma frase em latim que significa “uma mente sã num corpo são”, é provavelmente a melhor receita para a resiliência, pois destaca o poder de manter um equilíbrio saudável na vida – mental, física e emocionalmente.
Estas cinco dimensões da liderança são necessárias para lidar com sucesso com a complexidade dos desafios de hoje. Mais do que nunca, precisamos liderar com alma, cérebro, coração, músculos e bons nervos!
10-04-2024
Portal da Liderança
Nota: Artigo adaptado de um texto produzido por Klaus Schwab, fundador e presidente executivo do Fórum Económico Mundial, publicado na Global Agenda/Fórum Económico Mundial em colaboração com a revista "Forbes".
A seguir aos EUA, os três maiores mercados de ações ficam todos na Ásia, com base em números dos índices S&P Dow Jones e na metodologia S&P Global Broad Market Index (BMI), que analisa mais de 14.000 ações de mercados desenvolvidos e emergentes.
No início de 2024, a capitalização de mercado total na Índia ficou acima dos 4 mil milhões de dólares pela primeira vez, cimentando a posição do país enquanto o quarto maior mercado de ações do mundo. De acordo com dados Bloomberg, a capitalização de mercado das empresas cotadas nas bolsas indianas cresceu mil milhões de dólares em menos de três anos, o que faz da Índia um dos mercados emergentes com melhor desempenho.
Entretanto, os mercados de ações na China e em Hong Kong foram na direção oposta, perdendo cerca de 6 mil milhões de dólares em valorização desde o seu pico, em 2021. O Índice Hang Seng, o principal índice de ações de Hong Kong, encolheu mais de 40% nos últimos cinco anos.
Fontes: Visual Capitalist/Bloomberg/S&P Global Broad Market Index (BMI)
09-04-2024
Portal da Liderança
Os elevados riscos geopolíticos significam que os preços vão provavelmente permanecer altos para as principais matérias-primas, incluindo petróleo e gás, de acordo com a agência de notação financeira Fitch.
O mais recente “Chief Economists Outlook” do Fórum Económico Mundial revela um quadro misto para este ano, em que pouco mais de metade dos economistas-chefe inquiridos (56%) esperam que a economia global enfraqueça, e 43% a prevêem condições inalteradas ou mais fortes.
No entanto, há mais incerteza no horizonte, uma vez que é também um ano com um calendário eleitoral mundial bem preenchido (incluindo eleições presidenciais nos EUA, a maior economia do globo), como destaca o Fórum Económico Mundial no seu Relatório de Riscos Globais 2024.
Fontes: “Chief Economists Outlook” e “Global Risks Report 2024”, Fórum Económico Mundial/Fitch
04-04-2024
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A poluição atmosférica tem grande impacto na nossa saúde. Dados obtidos por satélite do “Air Quality Life Index” de 2023 (AQLI) mostram como a exposição a partículas no ar pode impactar a esperança média de vida dos residentes em diferentes cidades.
Os residentes na região da capital da Índia, Nova Deli, poderiam viver quase 12 anos mais se tivessem um ar mais limpo. Aliás, as 78 cidades que mais têm a ganhar com uma melhor qualidade do ar são todas da Índia, localizadas nas regiões norte e noroeste do país e em redor destas.
O relatório AQLI constata que 98,4% da população mundial vive em regiões cuja qualidade do ar é pior que os padrões recomendados. Apenas algumas cidades, como Melbourne, na Austrália, têm ar com uma melhor qualidade.
Uma maior industrialização, a atividade económica e o rápido crescimento populacional nas últimas duas décadas tornam o Sul da Ásia um hotspot global para a poluição atmosférica. Existe ainda uma correlação significativa entre o PIB (produto interno bruto) per capita de um país e a qualidade do ar; os países mais ricos têm um ar mais limpo e vice-versa.
Fontes: Visual Capitalist/“Air Quality Life Index 2023”
02-04-2024
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Em 2023 deu-se um preocupante ressurgir de perdas com ransomware e extorsão, à medida que o cenário de ameaças cibernéticas continua a evoluir. Cada vez mais, as cadeias de abastecimento físicas e de tecnologias da informação (TI) são alvo de hackers, que lançam ataques cibernéticos em massa e encontram novas formas de extorquir dinheiro a empresas, de grande e pequena dimensão. Pelo que não é de admirar que, no “Allianz Risk Barometer” deste ano, os respondentes classifiquem o risco cibernético como a sua principal preocupação.
A atividade de ransomware aumentou 50% em termos homólogos no primeiro semestre de 2023, em que os kits Ransomware-as-a-Service (RaaS), cujos preços começam nos 40 dólares, são um fator-chave na frequência de ataques. Estes gangues também estão a fazer mais ataques e com maior rapidez – o número médio de dias necessários para executar um ataque caiu de cerca de 60 dias em 2019 para quatro.
Agora exploram formas de utilizar a inteligência artificial (IA) para automatizar e acelerar ataques, criando malware e phishing mais eficazes. Mas nem tudo são más notícias. Poderemos ver mais incidentes viabilizados pela IA, mas o investimento na deteção apoiada pela IA também deverá ajudar a descobrir mais incidentes mais cedo.
Fontes: Fórum Económico Mundial/“Allianz Risk Barometer”
28-03-2024
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O número global de milionários registou um aumento notável na última década. Em 2022, 1,1% dos adultos do mundo eram milionários, face 0,6% em 2012. Fazer parte do clube dos 1% mais ricos de um país ou região exige muitas vezes uma combinação de educação de topo com empreendedorismo, investimentos estratégicos e até sorte, de acordo com o “Wealth Report 2024” da Knight Frank.
A riqueza líquida individual necessária para pertencer aos 1% mais ricos varia entre nações. Os centros europeus estão no topo da lista, com países de pequena dimensão como o Mónaco ou o Luxemburgo a terem barreiras de riqueza extremamente elevadas para se pertencer ao topo dos 1%. Mais de 30% dos estimados 38 mil residentes de Mónaco são milionários. Na 2.ª posição, o Luxemburgo, seguido da Suíça. Em 4.º lugar, os EUA (apesar de um maior número de ultra-ricos, a elevada base populacional do país faz baixar a média).
Na região Ásia-Pacífico, Singapura lidera o grupo. Em 2.º lugar, Hong Kong, onde, curiosamente, uma pessoa precisa de quase três vezes mais riqueza para entrar no clube dos 1% em comparação com alguém na China Continental.
Fontes: Visual Capitalist/“Wealth Report 2024”, Knight Frank
26-03-2024
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As ofertas de emprego para postos de trabalho verdes estão a crescer quase duas vezes mais rápido que o número de trabalhadores com as competências necessárias para as preencher. Apenas uma em cada oito pessoas tem competências relevantes para atenuar a crise climática, com as mulheres em particular desvantagem. Estas são as principais conclusões do “Global Green Skills Report 2023” do LinkedIn, que analisou a base de membros do site em 48 países.
De acordo com o LinkedIn, entre 2022 e 2023, a parcela de talento com competências para ajudar a enfrentar a crise climática cresceu 12,3%. No entanto, a percentagem de vagas de emprego publicadas no mesmo período que exigiam pelo menos uma competência verde aumentou quase duas vezes mais rápido, para 22,4%. Pelo que não é de surpreender que os candidatos a emprego com competências verdes tivessem quase um terço mais de probabilidades de serem contratados (29%) que a média.
“Os esforços em torno do clima estão a aumentar de modo exponencial. Com todo este esforço vêm muitas contratações”, diz Allen Blue, cofundador do LinkedIn, sobre a oportunidade que as competências e empregos verdes representam.
Fontes: Fórum Económico Mundial/“Global Green Skills Report 2023”, LinkedIn
21-03-2024
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O ritmo de inovação tecnológica aumentou de forma exponencial em 20 anos, com os desenvolvimentos em computação, comunicação, conectividade e machine learning a avançarem a uma velocidade surpreendente.
Nas últimas duas décadas a ascensão das redes sociais – e do networking nas redes sociais – dominou as nossas vidas cada vez mais conectadas. Em 2004 o site MySpace tornou-se na primeira rede social a atingir o 1 milhão de utilizadores ativos mensais. Desde então, plataformas como o Facebook, o Instagram e o TikTok reformularam o modo como comunicamos e as nossas interações sociais, ao estimularem a conectividade global e a partilha de informação numa escala sem precedentes, embora não sem controvérsia.
O Facebook, criado por Mark Zuckerberg em 2003 e lançado no início de 2004, domina ainda hoje o mundo das redes sociais.
Fontes: Fórum Económico Mundial/Statista
19-03-2024
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A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN, ou NATO na sigla em inglês) é uma aliança política e militar cujo principal objetivo é facilitar a cooperação entre os países-membros, garantindo a defesa e segurança mútuas. Este gráfico detalha as despesas de defesa esperadas dos membros da NATO em 2023, com dados da organização baseados em preços e taxas de câmbio correntes.
A NATO define despesas de defesa como pagamentos feitos por um Governo nacional (excluindo autoridades regionais, locais e municipais) especificamente para cumprir as necessidades das suas forças armadas. E exige que os membros gastem pelo menos 2% do seu PIB na defesa.
Uma componente importante das despesas de defesa inclui pagamentos ao pessoal ativo das forças armadas, bem como aos reformados. As despesas com o armazenamento de reservas de equipamento ou fornecimento militares também estão incluídas. Além disso, abrange despesas com operações de manutenção da paz e humanitárias, bem como a destruição de armas.
Os EUA são de longe o maior contribuinte para o orçamento da NATO. Em 2023 o país foi responsável por 860 mil milhões de dólares gastos pela organização, o que representa 68% do total. Este montante é mais de 10 vezes superior ao do país a seguir, a Alemanha.
Fontes: Visual Capitalist/NATO
14-03-2024
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Embora a inflação pareça estar a diminuir, permanece o risco de uma segunda vaga de pressões sobre os preços, impulsionada por conflitos geopolíticos e perturbações no Mar Vermelho. A que se soma um mercado de trabalho mais forte que o esperado, o que poderá impulsionar a procura dos consumidores, aumentando os preços.
Prevê-se que a inflação mundial diminua para 5,8% em 2024, abaixo da média anual estimada de 6,8% em 2023. Estima-se que uma política monetária mais restritiva e a queda dos preços na energia atenuem a pressão sobre os preços, assim como um abrandamento no mercado de trabalho.
Fontes: Visual Capitalist/FMI - Fundo Monetário Internacional
12-03-2024
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A igualdade de género permanece um dos maiores desafios dos direitos humanos, apesar das evidências de como irá melhorar a economia, a sociedade e proteger o futuro do planeta.
Igualdade e representação são importantes. Não só o aumento da representação das mulheres na política está intrinsecamente ligado à igualdade jurídica e às oportunidades económicas, como a diversidade na representação é um símbolo poderoso para mulheres e raparigas em todo o mundo.
Contudo, ao atual ritmo, serão necessários 131 anos para alcançar a plena paridade de género, de acordo com o “Relatório Global sobre Desigualdade de Género de 2023” do Fórum Económico Mundial.
Fontes: Fórum Económico Mundial/“Relatório Global sobre Desigualdade de Género de 2023”
06-03-2024
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As terras agrícolas são definidas como áreas usadas para cultivar culturas herbáceas para consumo humano, forragem e biocombustível. No início do séc. XXI as terras agrícolas espalhavam-se por 1.142 milhões de hectares (Mha).
Este gráfico, por Adam Symington, mapeia terras agrícolas globais a partir de 2019, com base num artigo científico de 2021 publicado na “Nature” por Peter Potapov et al. Algumas das terras agrícolas foram abandonadas, perdidas em catástrofes naturais ou reaproveitadas para habitação, irrigação e outras necessidades de infraestruturas.
A criação de novas terras agrícolas aumentou a cobertura global em cerca de 9%, e a produção primária líquida (culturas) em 25%. Em 2019, as terras agrícolas ocupavam 1.244 Mha, sendo as maiores regiões a Europa, o Norte da Ásia e o Sudoeste da Ásia, com cerca de 20% da cobertura total cada. E embora África (17%) e a América do Sul (9%) detivessem percentagens mais baixas, registaram a maior expansão desde 2000.
Fontes: Visual Capitalist/“Nature”
05-03-2024
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A Evergrande – outrora a maior construtora imobiliária da China em termos de vendas – teve de declarar falência no final de janeiro de 2024. Este é mais um golpe no agora incipiente mercado imobiliário do país, e mais um item na cada vez maior lista de preocupações económicas da China.
Na imagem, o primeiro gráfico analisa as vendas de apartamentos e de propriedades comerciais (dados Bureau of Statistics da Bloomberg); o segundo examina o início de novos empreendimentos residenciais (dados Banco Mundial), ambos entre 2003 e 2023.
As vendas de propriedades por valor na China aumentaram de modo constante, de menos de 1 bilião de ienes em 2003 para acima de 15 biliões em 2021, mas desde então caíram para menos de 12 biliões em 2023. Foi o caso nas vendas das áreas residencial e comercial. No mercado residencial na China, as vendas de casas novas caíram 6% em 2023, e os preços de usadas diminuíram nas principais cidades. Do lado do desenvolvimento, os novos empreendimentos residenciais caíram 58%, de 1.515 milhões de m² em 2019 para 637 milhões de m² em 2023.
Fontes: Visual Capitalist/Bureau of Statistics, Bloomberg/Banco Mundial
29-02-2024
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