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As principais moedas com melhor desempenho


Acontecimentos geopolíticos, condições económicas, política monetária – entre outros fatores – influenciam o desempenho das moedas no mercado cambial. Na última década o dólar americano (USD) registou o melhor desempenho, ao ocupar o 1.º lugar em seis anos. A atividade económica relativamente estável e o papel do dólar americano como moeda de reserva mundial contribuíram para a sua força global (dados Visual Capitalist/OANDA sobre as oito principais moedas mais negociadas, em volume, segundo o Banco de Compensações Internacionais).

O dólar americano representa assim um investimento seguro em tempos de crise, em que os investidores colocam com frequência dinheiro na moeda em períodos de instabilidade (como durante o choque do preço do petróleo em 2014-2016).

O iene japonês teve o menor desempenho no grupo na última década. A diferença de longa data entre as taxas de juro no Japão e nos EUA é em grande parte a culpada. Por norma as taxas de juro mais altas atraem investimento estrangeiro, pelo que as taxas de juro ultrabaixas do Japão desde o final da década de 1990 dissuadiram a entrada de capital, reduzindo assim a procura.

Fontes: Visual Capitalist / OANDA

09-10-2024


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Redes sociais com cada vez menos moderação?


A moderação de conteúdo online tem sido considerada um problema difícil por uma razão: em muitos aspetos, é uma barreira negligenciada pelas empresas concebidas para atrair grandes audiências e extrair delas as reações o mais impactantes possível. Pode-se confiar nos moderadores para arbitrar de forma instantânea questões de direito de expressão?

Tal como tantos outros aspetos da nossa existência cada vez mais automatizada, os humanos ainda desempenham um papel central na moderação das redes sociais. Os cubículos de escritório cheios de trabalhadores a olhar para ecrãs e a tomar decisões rápidas sobre o conteúdo podem ter dado lugar à inteligência artificial e à aprendizagem automática, mas são as pessoas sobrecarregadas e subestimadas que permanecem a última linha de defesa.

Entretanto, já há vários países a concentrar-se em formas de aumentar a transparência relacionada e de aumentar as proteções. Mas prevêm-se anos complicados para equilibrar salvaguardas mais fortes com a exigência de liberdade de expressão.

Fonte: Fórum Económico Mundial

16-10-2024


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G7 – Crescimento médio dos salários


A maioria dos países do G7* registou um crescimento salarial constante nas últimas duas décadas, mas os EUA têm superado os pares no aumento do salário médio, segundo dados OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico atualizados em março de 2024, ajustados pela paridade do poder de compra (ou seja, tendo em conta as diferenças de custo de vida e de inflação entre as nações) e à inflação para refletir os preços de 2021.

A Itália é o único país do G7 onde o salário médio anual em 2022 caiu abaixo de valores de há mais de 20 anos, em termos reais. Com períodos prolongados de estagnação económica e uma maior percentagem de pequenas e médias empresas que tendem a pagar salários abaixo da média, Itália está a ficar atrás de outras economias avançadas. Mas não se trata de um problema italiano, uma vez que os países europeus em geral são conhecidos pela estagnação económica.

Também o Japão, apesar de registar salários ligeiramente mais altos (0,2%) face a 2000, está muito atrás dos seus homólogos do G7.

*G7, ou Grupo dos Sete países mais industrializados do mundo, composto por: Alemanha, Canadá, EUA, França, Itália, Japão e Reino Unido (embora a União Europeia também esteja representada).

Fontes: Visual Capitalist / OCDE

03-10-2024


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Transições profissionais? Têm de acontecer


Os avanços tecnológicos, as mudanças económicas e a transição ecológica em curso estão a conduzir a mudanças profundas no mercado de trabalho global e nas necessidades de competências. No “The Future of Jobs Report 2023”, do Fórum Económico Mundial, conclui-se que, até 2027, cerca de 25% dos postos de trabalho serão transformados, com a criação de 69 milhões novos postos e a substituição de 83 milhões.

Neste contexto, são necessárias transições profissionais para permitir que os trabalhadores saiam de funções em declínio e passem a desempenhar outras estáveis ​​e em crescimento.

O Fórum Económico Mundial propõe assim quatro grandes pilares no sentido de preparar os trabalhadores para as transições, realçando os papéis que os setores público e privado podem desempenhar na viabilização destas:
- Requalificar e formar para novas oportunidades.
- Melhorar a adequação empregado-empregador.
- Redes de segurança para os trabalhadores.
- Colaboração multissetorial para quebrar as barreiras no setor.

Fontes: Fórum Económico Mundial / “Future of Jobs Report 2023”

02-10-2024


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Os líderes mundiais mais bem pagos em 2024


Embora os seus salários estejam longe dos dos CEO das grandes empresas, existem presidentes, primeiros-ministros e outros líderes mundiais que recebem salários elevados.

O primeiro-ministro de Singapura, Lawrence Wong, é o líder governamental mais bem pago, ao auferir mais de 1,6 milhões de dólares por ano. O seu pacote salarial inclui um bónus de 13 meses e outros benefícios.

O segundo na lista é o presidente executivo de Hong Kong, John Lee Ka-chiu, com um salário de 695 mil dólares/ano (cujo cargo foi criado em 1997, na transferência de Hong Kong do Reino Unido para a República Popular da China).

O terceiro lugar é ocupado pela presidente da Suíça, Viola Amherd (530 mil dólares anuais). E na quarta posição surge o presidente dos EUA, Joe Biden (400 mil).

Fonte: Visual Capitalist

01-10-2024


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Ar condicionado contribui para o aumento na procura de energia


Os edifícios são responsáveis ​​por 39% das emissões globais de carbono relacionadas com energia: 28% provenientes de emissões operacionais, da energia necessária para os aquecer, arrefecer e alimentar; e os restantes 11% oriundos de materiais e construção, de acordo com o World Green Building Council.

Os atuais elevados níveis de emissões e de utilização de energia são uma grande oportunidade. Segundo o relatório “Transforming Energy Demand” de 2024 do Fórum Económico Mundial, é possível reduzir a intensidade energética dos edifícios em 38%, o que poderá ajudar a diminuir a procura global de energia em 12%.

Manter os edifícios mais frescos através do arrefecimento passivo pode ser uma grande vitória, uma vez que os sistemas de ar condicionado estão a impulsionar o crescimento mais rápido na procura de energia, indica a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês).

A eficiência energética será cada vez mais um foco importante na construção de edifícios, à medida que cresce a procura por um ambiente construído sustentável que limite a utilização de combustíveis fósseis para aquecer e arrefecer os edifícios.

Fontes: “Transforming Energy Demand”, Fórum Económico Mundial / Statista / World Green Building Council / IEA

26-09-2024


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Salários médios anuais por país


Os salários diferem de país para país pelos mais variados motivos: desenvolvimento económico, custo de vida, legislação laboral, entre muitos outros factores. O Luxemburgo, os EUA e a Suíça proporcionam os salários médios anuais mais altos, com base em dados OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (ajustados pela paridade do poder de compra, ou seja, tendo em conta as diferenças de custo de vida e de inflação entre as nações).

Estes três países são economias desenvolvidas, com setores de serviços estabelecidos, o que por norma conduz a empregos com salários mais altos. O custo de vida é também relativamente elevado.

No outro extremo, o México e a Grécia têm os salários médios mais baixos. A economia mexicana tem uma grande parcela de empregos com salários mais baixos, sobretudo na agricultura e na indústria transformadora; enquanto a economia grega tem lutado para fazer face a um desemprego elevado desde a crise financeira mundial de 2008.

Fontes: Visual Capitalist / OCDE

25-09-2024


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Talento em cibersegurança – precisa-se


Com os novos modelos de negócio e tecnologias, os profissionais de cibersegurança responsáveis ​​pela proteção das suas organizações enfrentam desafios únicos, sobretudo porque a falta de competências persiste.

Dados recentes mostram uma escassez de quase 4 milhões de profissionais de cibersegurança no globo. E, com o aumento, ano após ano, na procura de profissionais qualificados em cibersegurança, este défice só irá aumentar.

Os impactos da escassez de competências fazem-se sentir em empresas de todas as dimensões e em todos os setores. De acordo com o relatório “2024 Cybersecurity Skills Gap Report” da americana Fortinet, 87% dos líderes afirmam que a sua organização sofreu uma ou mais violações de segurança em 2023. Mais de metade dos inquiridos indicam que os ataques aos seus sistemas lhes custaram acima de 1 milhão de dólares em receitas perdidas, multas e outras despesas.

Apesar destes obstáculos, mais de 70% dos líderes de segurança dizem que os seus conselhos de administração estão a ter um interesse maior em cibersegurança do que antes, o que estabelece uma base para as organizações dedicarem mais recursos à construção de um pipeline de talento em cibersegurança.

Fontes: Fórum Económico Mundial / “2024 Cybersecurity Skills Gap Report”, Fortinet

24-09-2024


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Eleições: jovens pouco envolvidos


2024 é ano de eleições por todo o globo. Já se foi a votos na União Europeia, no Reino Unido, em França e no México, bem como na Índia, na Indonésia e na África do Sul, para citar algumas. Em novembro realizam-se as eleições presidenciais nos EUA.

Em muitos países existe uma disparidade na participação eleitoral entre os jovens e os mais velhos. Por exemplo, as eleições francesas em 2022 registaram uma diferença de 16 pontos percentuais, com 76% dos jovens dos 18 aos 24 anos a votar, face aos 92% de eleitores entre os 50 e os 59 anos; diferença que é ainda mais pronunciada no Reino Unido e nos EUA, de acordo com o Our World in Data.

A tendência sublinha o afastamento e pouco envolvimento político entre as gerações mais jovens, correndo-se o risco de conduzir a uma sub-representação dos seus interesses no processo democrático.

Fontes: Fórum Económico Mundial / Our World in Data

18-09-2024


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Ensino superior: EUA dominam


Os EUA dominam o ensino superior entre os países que acolhem o maior número das 100 melhores universidades do mundo, segundo o “World University Rankings 2024”, Times Higher Education (que analisa 1.906 universidades em 108 países com base em 18 indicadores de desempenho em pilares amplos como o ensino, o ambiente de investigação, a qualidade da investigação, a indústria e as perspetivas internacionais).

Os EUA não só têm o maior número das 100 melhores universidades (36), como são o país mais representado (169 universidades) na lista de classificação de quase 2.000 instituições. A soma do número dos EUA ao do Canadá (3) dá um total regional para a América do Norte (39), que compara de forma semelhante com o total regional da Europa (36).

Entre as 10 primeiras, os EUA (7) e o Reino Unido (3) dividem o topo do ranking das melhores universidades do mundo.

A América do Sul e África não acolhem uma única das 100 melhores universidades, de acordo com estes critérios e quadro de classificação.

Fontes: Visual Capitalist / “World University Rankings 2024”, Times Higher Education

19-09-2024


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Mix energético: o que moveu o mundo em 2023?


O consumo global de energia primária atingiu um novo recorde de 620 exajoules (EJ) em 2023, pelo segundo ano consecutivo (607 exajoules em 2022). Os combustíveis fósseis representaram 81% do mix energético.

Apesar dos esforços para descarbonizar a economia, em 2023 os combustíveis fósseis ainda constituíam acima de 80% do cabaz energético global. O petróleo foi responsável por 32% da energia consumida no mundo, seguido pelo carvão (26%), e pelo gás natural (23%).

A quota das energias renováveis ​​no consumo total de energia primária atingiu 14,6%, mais 0,4% face ao ano anterior (com a energia nuclear, alcançaram cerca de 19% do consumo total de energia primária).

As energias renováveis ​​como a eólica e a solar representaram 8% da energia gerada em 2023, seguidas pela hidroelétrica (6%) e nuclear (4%).

Fontes: Visual Capitalist / "2024 Statistical Review of World Energy"

17-09-2024


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Globalização ou desaceleração?


Ao analisar o comércio global em percentagem do PIB nos últimos 60 anos, denota-se que aumentou durante muitas décadas, no apogeu da globalização, e depois estabilizou; e, no caso da China, regrediu.

E há quem fale em “desaceleração” ou mesmo em “desglobalização”. Mas estes valores representam um movimento relativo de dois números crescentes.

O facto de o comércio chinês em percentagem do PIB ter diminuído desde o pico registado em 2008 não significa que tenha recuado, mas apenas que o crescimento interno foi ainda mais rápido.

Ou seja, trata-se do rácio entre o movimento de dois grandes agregados, em que nenhum deles está a diminuir – antes, em determinados períodos, um dos agregados cresce de forma mais rápida que o outro, o que pode parecer “desglobalização”, quando não é. A globalização continua a avançar e a adaptar-se face às crises financeiras, à instabilidade política e às emergências de saúde globais.

Fonte: Fórum Económico Mundial

12-09-2024


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Cuidados de saúde: onde há mais médicos?


A densidade mundial de profissionais de saúde é uma métrica importante monitorizada pelas Nações Unidas como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Segundo a Organização Mundial de Saúde, investir e expandir a força de trabalho no setor da saúde melhora o crescimento económico.

Países europeus como a Bélgica, Geórgia e Áustria lideram a classificação pela proporção de médicos face à população residente. A América do Sul também surge representada, pelo Uruguai e a Argentina, que estão no top 10.

Entre os países africanos, oito têm menos de 1 médico por cada 10.000 habitantes. De acordo com o “Africa Report”, os estudantes de medicina do continente vão para o estrangeiro para completar os estudos, e muitas vezes não regressam.

Já Cabo Verde, a nação de 10 ilhas ao largo da costa de África, é uma exceção regional, com 44,6 médicos por 10.000 habitantes. O país tem feito progressos na expansão dos serviços de saúde desde que conquistou a independência, em 1975. A esperança de vida aumentou de 56 para 75 anos, e a taxa de mortalidade infantil desceu de 108 para 15 mortes por cada 1.000 nascimentos.

Fontes: Visual Capitalist / Organização Mundial de Saúde / “Africa Report”

11-09-2024


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Desemprego jovem – diferenças entre regiões


O desemprego jovem está no nível mais baixo em 15 anos, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT) no seu mais recente relatório “Global Employment Trends for Youth”.

Embora em regiões como a América do Norte e a Europa a taxa de desemprego dos jovens se mantenha relativamente baixa, outras regiões retrocederam; nos Estados árabes, Ásia Oriental e Sudeste Asiático e Pacífico foi mais alta em 2023 que em 2019, segundo a OIT.

A disparidade entre os países de elevado e de baixo rendimento também é notória nos trabalhadores jovens adultos (dos 25 aos 29 anos) em trabalhos regulares remunerados – em quatro quintos e um quinto, respetivamente.

Uma das razões para o nível de desemprego é a discrepância entre as qualificações dos jovens e as competências que os empregadores procuram. Com 75% das empresas a adoptar tecnologias como big data, cloud computing e inteligência artificial (IA) (dados “Future of Jobs Report 2023”), não é de admirar que alguns jovens estejam a ficar para trás. Pelo que a formação é o caminho a seguir.

Fontes: Fórum Económico Mundial / “Global Employment Trends for Youth 2024”, OIT / “Future of Jobs Report 2023”

10-09-2024


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(Des)emprego jovem é causa de ansiedade


O emprego jovem a nível mundial melhorou nos últimos anos, no entanto 65 milhões de jovens continuam sem trabalho (taxa de desemprego nos 13%). E a recuperação pós-pandemia não chegou a todos, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT) no seu mais recente relatório “Global Employment Trends for Youth”.

O desemprego jovem está no nível mais baixo em 15 anos. Contudo, em 2023 um quinto dos jovens não trabalhava, não estudava nem tinha formação (NEET na sigla em inglês). Dois terços destes NEET eram mulheres; e em algumas regiões em desenvolvimento as taxas de desemprego jovem aumentaram desde a pandemia.

Mesmo entre o grupo que conseguiu empregar-se, verifica-se que metade destes jovens trabalhadores tinham empregos informais e de curta duração. A OIT afirma que as elevadas taxas de NEET, juntamente com a falta de segurança nos empregos, estão a contribuir para a ansiedade de uma geração que é também a mais instruída até à data.

Fontes: Fórum Económico Mundial / “Global Employment Trends for Youth 2024”, OIT

04-09-2024


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Gás natural – reservas por país


O gás natural é utilizado para gerar eletricidade, aquecer edifícios e movimentar veículos. É também matéria-prima em diversos processos industriais. A Rússia tem as maiores reservas, com 37,4 mil milhões de metros cúbicos, ou cerca de 20% do total global. Em 2.º lugar, o Irão detém 17% das reservas totais; segue-se o Qatar, com 13% (imagem de Gopalakrishnan Ravichandran, que classifica as reservas por país com base em dados bp Statistical Review de setembro de 2023).

A Ásia domina as reservas por região, com seis países entre os 10 primeiros. Entretanto, África, Europa, América do Norte e América do Sul têm, cada um, um representante.

Os EUA, o 5.º país em reservas provadas, são o maior produtor de gás natural, com 23% da quota global. A Rússia surge na 2.ª posição (17,4%); o Irão na 3ª (6,4%).

Os EUA são também o principal exportador de gás, com 82,7 mil milhões de metros cúbicos em 2022 exportados através de gasodutos, e 104,3 mil milhões de metros cúbicos de gás natural liquefeito. A Rússia foi o 2.º maior exportador de gás natural, seguida pelo Qatar e pela Noruega.

Fontes: Visual Capitalist / Gopalakrishnan Ravichandran / bp Statistical Review

05-09-2024


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Transações em dinheiro em queda


A percentagem de dinheiro utilizado em transacções está a cair a pique. Na imagem, países selecionados em três períodos de tempo (2019, 2023 e 2027P), em que a encarnado surge a queda projetada da utilização de numerário de 2019 a 2027 (dados “Global Payments Report 2024”, da WorldPay).

A proeminência do dinheiro em transacções está a diminuir nos países analisados, incluindo aqueles onde numerário era o método de pagamento preferencial em POS (operações de ponto de venda). É o caso da Nigéria: em 2019 mais de 90% do valor das transações ainda era feito com pagamentos em dinheiro, percentagem que desceu para 55%.

O dinheiro ainda é o principal método de pagamento na Nigéria e noutras nações, mas a tendência indica que poderá não ser o caso durante muito mais tempo. Por enquanto, o dinheiro permanece o principal método de pagamento em vários países da América do Sul e do Leste Asiático.

Fontes: Visual Capitalist / “Global Payments Report 2024”, WorldPay

03-09-2024


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Fabricantes de automóveis – vendas por região


A Chevrolet teve a maior concentração de vendas na América do Norte em 2023, com 66%. O maior mercado a seguir é a América Latina, que representou 22% das vendas da marca dos EUA.

Para a outra marca americana na lista, a Ford, o segundo maior mercado é a Europa (26% das vendas de 2023).

Já os fabricantes alemães no ranking vendem uma parte significativa dos seus carros na China. Para a BMW e a Volkswagen, o mercado chinês é responsável por uma fatia ainda maior das vendas do que a Europa.

Fontes: Visual Capitalist / Motor1.com

31-07-2024


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Cibercrime não pára de aumentar


O cibercrime é, cada vez mais, uma preocupação para as organizações. Um novo relatório nos EUA revela um aumento de quase 60% nos orçamentos de cibersegurança em 2023, com as violações de dados e os incidentes de segurança a apresentarem também um “aumento significativo”.

As empresas do Reino Unido enfrentaram novos ataques cibernéticos a cada 44 segundos no segundo trimestre de 2024, de acordo com uma nova análise.

Na Indonésia, um grupo que lançou um ataque de ransomware aos centros de dados do Governo, que criou perturbações em mais de 200 agências e serviços, pediu desculpa aos cidadãos – alegando que quiseram destacar a necessidade de especialistas no setor.

Por todo o globo, os prémios de seguros de cibersegurança estão a cair, à medida que as empresas intensificam os seus esforços de segurança, segundo um novo relatório – isto apesar do aumento dos ataques de ransomware.

Fontes: Fórum Económico Mundial / Statista

30-07-2024


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Onde vivem os mais ricos?


É nos EUA que se encontra o maior número de indivíduos com elevado património líquido (high net worth individuals), ou seja, pessoas com um património líquido de 1 milhão de dólares ou mais. A população milionária em solo americano é de 5.492.400 habitantes – o que faz com que os EUA tenham mais milionários que a Irlanda tem pessoas.

Bem atrás dos EUA, a China é o país que se segue com mais milionários (862.400) e bilionários (305).

Já a Índia, apesar de ocupar o 11.º lugar em termos de milionários, tem a terceira maior população bilionária do mundo (120).

Fontes: Visual Capitalist / Henley Private Wealth Migration Report 2024

25-07-2024


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