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A Nova Zelândia e o Reino Unido mantiveram o 1.º e o 2.º lugares em 2024 no STI - Sustainable Trade Index (Índice de Comércio Sustentável), classificação anual de 30 economias globais selecionadas, desenvolvida em conjunto pela Hinrich Foundation e o IMD World Competitiveness Center. O objetivo do STI é estimular o debate sobre as ligações entre o comércio global, a sustentabilidade e a resiliência, e servir como uma ferramenta prática para Governos, decisores políticos e investigadores.
A Austrália fez melhorias relativamente grandes na área ambiental e a nível económico, e passou da 5.ª para a 3.ª posição, ultrapassando Hong Kong e Singapura. O Japão também saltou do 8.º lugar em 2023 para o 5.º este ano, tendo registado a maior melhoria em termos de ambiente. Já Hong Kong viu a classificação descer do 4.º para o 7.º lugar.
Fontes: Visual Capitalist / Hinrich Foundation / IMD World Competitiveness Center
15-01-2025
Portal da Liderança
Oito setores “hard-to-abate”, ou de difícil descarbonização – aço, alumínio, cimento, produtos químicos, petróleo e gás, aviação, transportes marítimo e rodoviário –, vão precisar de 30 mil milhões de dólares em capital adicional para alcançar a transição líquida zero.
Cerca de 43% deste investimento deve provir dos próprios setores, para modernização dos ativos existentes e construção de novos ativos compatíveis com o clima; e 57% deste investimento será necessário para o ecossistema, ou seja, para construir a infraestrutura propícia para energia limpa, hidrogénio e derivados, bem como requisitos de captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS na sigla em inglês). Prevê-se que, até 2050, a energia limpa represente, em média, 32% do cabaz energético final nos setores de difícil redução.
Fonte: "Net Zero Industry Tracker 2024", Fórum Económico Mundial
14-01-2025
Portal da Liderança
O interesse de investigação em torno da inteligência artificial (IA) não só disparou, como o número de patentes de IA também registou um enorme crescimento desde 2020. Com novos intervenientes a entrar no espaço da IA generativa, existem líderes claros em termos de popularidade.
O ChatGPT, da OpenAI, lidera por uma ampla margem o mercado de IA generativa entre as 15 ferramentas mais populares (com base no tráfego online em março de 2024, dados do documento de investigação “Who on Earth Is Using Generative AI?” (“Quem Está a Utilizar a IA Generativa?”), do Banco Mundial). O ChatGPT representa 82,5% do tráfego total entre 40 ferramentas analisadas no estudo; é, aliás, a única ferramenta generativa de IA que ultrapassou o 1 bilião de visitas ao site em março de 2024. Em agosto a OpenAI declarava que o ChatGPT registou mais de 200 milhões de utilizadores semanais ativos.
Chatbots como o ChatGPT, Claude, Perplexity e Gemini são o tipo mais popular de ferramenta de IA generativa, seguidos por ferramentas de criação de imagens como Midjourney.
A Runway, apoiada por investidores como a Google e a Nvidia, é a única empresa de geração de vídeo de IA entre as 15 primeiras na lista.
Fontes: Visual Capitalist / “Who on Earth Is Using Generative AI?”, Banco Mundial
09-01-2025
Portal da Liderança
As emissões absolutas dos setores “hard-to-abate”, ou de difícil descarbonização – como o aço, alumínio, cimento, produtos químicos, petróleo e gás, aviação, transportes marítimo e rodoviário – foram reduzidas em 0,9% entre 2022 e 2023, de acordo com o “Net Zero Industry Tracker 2024”, do Fórum Económico Mundial.
Mas estima-se, no documento, que estes oito setores difíceis de reduzir vão precisar de 30 mil milhões de dólares em capital adicional para alcançar a transição líquida zero. Tal representa cerca de 45% do investimento total incremental líquido zero necessário até 2050. Este investimento está dividido em 57% (17 mil milhões de dólares) atribuídos para viabilizar infraestruturas pelo ecossistema e 43% (13 mil milhões de dólares) para serem investidos diretamente por estes setores. O que significa um aumento de 80% face ao investimento projetado nestes setores.
Fonte: "Net Zero Industry Tracker 2024", Fórum Económico Mundial
08-01-2025
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…Pelo 14.º ano consecutivo, de acordo com o Índice Global de Inovação (GII - Global Innovation Index) 2024, publicado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e que classifica 133 economias com base nas suas capacidades e desempenho de inovação.
O GII mede cada economia suportado em sete pilares de inovação subjacentes, que compreendem 78 indicadores. Este relatório destaca as mudanças na liderança global da inovação, com foco nas economias emergentes que desafiam os líderes tradicionais.
Tal como em 2023, a Suécia e os EUA ocupam os segundo e terceiro lugares, respetivamente.
Um tema-chave deste GII são os países com um desempenho superior em inovação, ou seja, acima das expetativas em relação ao seu nível de desenvolvimento. Os três primeiros neste aspeto são a Índia, a Moldávia e o Vietname – economias que tiveram um desempenho superior ao esperado desde 2011.
Fontes: Visual Capitalist / Global Innovation Index 2024
07-01-2025
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Pela primeira vez nos últimos anos, os setores “hard-to-abate”, ou de difícil descarbonização, reduziram as emissões absolutas, com uma queda de 0,9% entre 2022 e 2023 (dados "Net Zero Industry Tracker 2024", do Fórum Económico Mundial). Tal contrasta com o aumento de 1,3% nas emissões globais relacionadas com a energia no mesmo período.
Desde 2019 que a intensidade das emissões nestes setores caiu 4,1%, com uma diminuição de 1,2% em 2023. Cinco dos oito setores – alumínio, cimento, produtos químicos, aviação, transportes rodoviários – reduziram a intensidade das emissões, enquanto a intensidade energética nos mesmos caiu 3,2% em 2022 – 1,6 vezes mais rápido que a média global. No entanto, os setores difíceis de reduzir são ainda responsáveis por quase 40% das emissões globais de gases com efeito de estufa (GEE).
O ritmo atual é, no entanto, insuficiente para cumprir as metas de emissões líquidas zero para 2050.
Fonte: "Net Zero Industry Tracker 2024", Fórum Económico Mundial
02-01-2025
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Historicamente, o índice S&P 500 apresenta um retorno médio de 4,9% um ano após o primeiro corte nas taxas de juro, e regista retorno positivo em quase 70% das vezes (imagem com o desempenho do S&P 500 após cortes nas taxas de juro desde 1973, dados PinPoint Macro Analytics).
Nos três meses a seguir a um corte nas taxas o mercado costuma cair, mas recupera aos seis meses (de acordo com a sabedoria convencional de que taxas de juro mais baixas estimulam a atividade económica, reduzindo os custos de empréstimos às empresas e aos consumidores, o que tende a beneficiar o mercado bolsista).
Mas o desempenho do S&P 500 após os ciclos de redução das taxas pode variar de modo significativo. Por exemplo, as ações americanas registaram quedas de dois dígitos após os primeiros cortes das taxas em 1973, 1981, 2001 e 2007. Por outro lado, o S&P 500 subiu 36,5% um ano após o ciclo de cortes de 1982. No mais recente ciclo, o S&P 500 saltou 14,5% no ano seguinte.
Desta forma, os cortes nas taxas de juro não mostram o quadro completo. O crescimento positivo dos lucros poderá ser um indicador mais fiável do desempenho do S&P 500 no ano seguinte. Quando o crescimento dos lucros é positivo, o mercado apresenta retorno médio de 14% um ano depois. Em contraste, quando os lucros diminuem em períodos de descida das taxas de juro, o S&P 500 aumenta 7%, em média.
Fontes: Visual Capitalist / PinPoint Macro Analytics
31-12-2024
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Muitos dos impulsionadores económicos subjacentes aos agentes de inteligência artificial (IA) ainda estão ligados à automatização de tarefas, ao aumento da produtividade e ao preenchimento de lacunas de competências em áreas de elevada procura.
No desenvolvimento de software, os agentes de IA já ajudam na geração, teste e depuração de código – libertando os programadores para tarefas de maior valor. Na saúde, ajudam a melhorar os diagnósticos, otimizar os planos de tratamento e aliviar a carga de trabalho em áreas com poucos recursos. Os chatbots com tecnologia de IA também melhoram o serviço ao cliente, prestando apoio 24 horas por dia.
Na educação, os agentes podem ajudar a personalizar as experiências de aprendizagem, e apoiar os professores nas tarefas administrativas. Nas finanças, podem ajudar a aumentar a deteção de fraudes, otimizar as estratégias de negociação e prestar consultoria de investimento personalizada, demonstrando capacidade para analisar grandes conjuntos de dados e fornecer soluções acionáveis.
A autonomia dos agentes de IA permite-lhes também enfrentar desafios abertos: desde contribuir para o avanço da descoberta científica à gestão de cenários raros. Esta adaptabilidade estende-se também a ambientes físicos, onde podem manipular objetos, com soluções inovadoras em áreas como a logística e a robótica.
Fonte: Fórum Económico Mundial
26-12-2024
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Originário dos EUA, o arranha-céus moderno é hoje uma parte fundamental no horizonte de cidades icónicas de todo o mundo. Mas qual a altura que atingiu este tipo de contrução nos seus 150 anos de existência?
No topo da lista, com 828 metros de altura e concluído em 2010, o Burj Khalifa, edifício icónico do Dubai, tem o nome do antigo presidente dos Emirados Árabes Unidos, o Xeque Khalifa bin Zayed Al Nahyan (dados Council on Tall Buildings and Urban Habitat).
Terminado em 2023, o Merdeka 118, na Malásia, é o mais recente arranha-céus no ranking, com 679 metros de altura, e ocupa o segundo lugar.
Na terceira posição, a Torre de Xangai, na China, tem 632 metros; o país tem mais dois edifícios na lista: o Centro Financeiro Ping An de Shenzhen (5.º) e o Centro Financeiro CTF de Guangzhou (8.º), ambos com entre 500 a 600 metros de altura.
Fontes: Visual Capitalist / Council on Tall Buildings and Urban Habitat
24-12-2024
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A inteligência artificial (IA) já é parte integrante do nosso quotidiano, influenciando tudo, desde a forma como fazemos compras a como comunicamos. Entre os desenvolvimentos mais transformadores neste campo estão os agentes de IA – sistemas autónomos capazes de detetar, aprender e agir nos seus ambientes. E que estão no bom caminho para transformar as indústrias, aumentar a eficiência e enfrentar desafios sociais complexos, como os cuidados de saúde e a educação.
Os principais componentes de um agente de IA incluem entradas do utilizador (por exemplo, comandos ou dados), sensores (como câmaras ou bases de dados), um centro de controlo para a tomada de decisões e executores para efetuar ações, seja em ambientes físicos ou digitais.
Os agentes avançados de IA e os sistemas multiagentes podem integrar diversas ferramentas, desde a recuperação de dados em tempo real ao software de gestão de projetos. Com capacidade para aprender, planear e agir de forma autónoma, vão provavelmente transformar uma série de setores nos próximos anos, podendo capacitar o potencial humano enquanto navegam pelos riscos.
Fonte: Fórum Económico Mundial
19-12-2024
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As compras online nos EUA no quarto trimestre de 2023 representaram um recorde de 17% em todas as vendas no retalho, em que 1 em cada 6 dólares foi gasto online.
Nos últimos 15 anos a percentagem de dinheiro que os consumidores gastaram online mais do que triplicou. A maior parte das compras na internet ocorre sempre no quarto trimestre, devido à Black Friday e aos gastos com a época natalícia.
Com o tempo contado durante as festas, muitas pessoas optam por encomendas online e entregas ao domicílio. O envio gratuito e rápido são as principais prioridades dos compradores. Quase 40% abandonariam um retalhista com custos de envio elevados, enquanto 32% deixariam de comprar devido a atrasos nas entregas. Estas elevadas expetativas e o aumento do comércio eletrónico estão a impulsionar a procura por imóveis que possam processar encomendas online.
Fontes: Visual Capitalist / BGO
18-12-2024
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Está a aumentar o fosso entre as organizações ciber-resilientes e as que não são. O “Global Cybersecurity Outlook 2024”, do Fórum Económico Mundial, regista uma queda de 30% no número de organizações que mantêm uma resiliência cibernética mínima viável.
Resiliência cibernética é sinónimo de resiliência empresarial – mede a capacidade de uma organização para minimizar o impacto de ciberincidentes significativos nas suas metas e objetivos principais.
A América Latina e África reportam o maior número de organizações sem resiliência cibernética suficiente, enquanto a América do Norte e a Europa têm o menor. A questão é os riscos associados a esta crescente divisão tecnológica representarem uma ameaça para todo o ecossistema, e têm um impacto desproporcional naqueles que já são vulneráveis.
Estabelecer uma forte cultura de resiliência cibernética nas organizações e nos ecossistemas passa por ligar os riscos cibernéticos aos riscos intrínsecos. Investir na resiliência cibernética reduz os custos económicos dos incidentes cibernéticos, ao mesmo tempo que contribui para a melhoria da reputação de uma organização.
Fonte: “Global Cybersecurity Outlook 2024”, Fórum Económico Mundial
17-12-2024
Portal da Liderança
Particulares e empresas utilizam paraísos fiscais para minimizar a sua carga fiscal e proteger a riqueza em jurisdições com impostos baixos ou sem impostos.
Hong Kong está no topo da lista dos dez principais países que acolhem a maior riqueza financeira offshore, com mais de 2,8 mil milhões de dólares offshore, de acordo com o “Atlas of the Offshore World” (dados de 2022). O território tem uma infraestrutura bancária robusta e um ambiente favorável aos negócios, em que os proprietários offshore pagam 0% de imposto sobre o rendimento offshore. Resta saber como o controlo mais apertado da China sobre a região administrativa especial irá afetar o tratamento fiscal offshore a longo prazo.
A seguir, a Suíça alberga a maior riqueza financeira offshore. O país serviu durante muito tempo de porto seguro para a riqueza, sobretudo das nações da Europa Ocidental.
Fontes: Visual Capitalist / “Atlas of the Offshore World”
12-12-2024
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Cerca de um quarto de todos os trabalhadores enfrenta o desafio de garantir que detém as competências relevantes para prosperar numa economia global cada vez mais digital. Trabalhadores e empresas exigem estratégias claras para transições de carreira tranquilas.
A tecnologia avançada (incluindo a inteligência artificial e machine learning) está a mudar o mundo a um ritmo sem precedentes. À medida que estas mudanças aceleram, o futuro do trabalho muda, e a capacidade de transição para novos empregos é mais crítica do que nunca.
Pesquisa do Fórum Económico Mundial mostra que 23% de todos os empregos serão alterados pela tecnologia e pela automação até 2027; prevê-se que sejam criados 69 milhões de novos postos de trabalho, e 83 milhões sejam substituídos. A transição deve seguir os seguintes parâmetros:
1. Requalificação e melhoria para novas oportunidades.
2. Melhorar a correspondência entre trabalhador e empregador.
3. Redes de segurança para os trabalhadores.
4. Colaboração multissetorial para quebrar as barreiras da indústria.
Fonte: “Future of Jobs Report 2023”, Fórum Económico Mundial
11-12-2024
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O país onde a riqueza cresceu de forma mais rápida entre 2010 e 2023 é… o Cazaquistão (um grande produtor de petróleo, urânio e outros recursos), de acordo com o “Global Wealth Report 2024”, da UBS.
A UBS define “riqueza” como o valor dos ativos financeiros (por exemplo, ações) mais os ativos reais (como casas, por exemplo) pertencentes às famílias, menos as suas dívidas; também conhecido como “património líquido”.
Apenas quatro países registaram um crescimento negativo em termos de riqueza durante o período em análise: Espanha, Itália, Grécia, Japão.
Fontes: Visual Capitalist / “Global Wealth Report 2024”, UBS
10-12-2024
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A próxima geração de descobertas científicas inovadoras vai, muito provavelmente, surgir a partir do trabalho de novas equipas científicas interdisciplinares. Ao combinar conhecimentos de áreas como a inteligência artificial (IA), saúde, logística, finanças e ciência, podemos enfrentar os desafios mais prementes do mundo.
O recém-lançado “Interdisciplinary Science Ranking” – desenvolvido numa parceria entre a Times Higher Education (THE) e a Schmidt Science Fellows (iniciativa da fundação filantrópica Schmidt Sciences de Eric e Wendy Schmidt que apoia investigadores interdisciplinares através de bolsas de investigação) – reconhece as melhores universidades que realizam investigação científica de forma pioneira.
Neste ranking inaugural, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts surge em 1.º lugar, seguido pela rival da costa oeste dos EUA, a Universidade de Stanford. Aliás, os institutos americanos dominam, ao ocuparem sete das 10 primeiras posições.
Mas Singapura também brilha, com a Universidade Nacional de Singapura em 3.º lugar, e a Universidade Tecnológica de Nanyang no 9.º. Em 7.º entre as 10 melhores do mundo, está a europeia Universidade de Wageningen, nos Países Baixos.
Fonte: “Interdisciplinary Science Ranking”, Fórum Económico Mundial
05-12-2024
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O G20 – grupo de 19 países e duas uniões regionais – representa 85% da economia mundial, 75% de todas as exportações e 66% da população mundial. Estas grandes economias exportam os seus produtos para onde?
Os EUA e a China foram os principais destinos de exportação para um mesmo número de países (sete cada) do G20 (dados “The Observatory of Economic Complexity”, de 2022, com base na quota de bens exportados). Há um elemento regional nesta divisão: a maioria dos países asiáticos enviou a maior parte das suas exportações para a China, enquanto a América do Norte e parte da Europa exportaram sobretudo para os EUA.
Os EUA emergiram como um parceiro comercial fundamental para a China, não se tendo verificado o inverso. Os EUA enviaram 16% das suas exportações, a maior fatia individual, para o Canadá, avaliadas em 308 mil milhões de dólares em 2022. O México ficou em segundo lugar (15%), e a China numa distante terceira posição (8%).
A Alemanha tornou-se o maior mercado de exportação para três países – França, Itália, Turquia.
Fontes: Visual Capitalist / “The Observatory of Economic Complexity”
04-12-2024
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O sentimento em torno dos benefícios económicos da mitigação climática é, em termos gerais, positivo, mas existem diferenças entre países, de acordo com o relatório “Accelerating an Equitable Transition: Policy Guidelines for Impact”, do Fórum Económico Mundial, tendo por base um estudo realizado junto de mais de 11.000 executivos.
As políticas de mitigação podem levar a choques temporários nos mercados de trabalho ou na disponibilidade e no custo de bens e serviços. Por conseguinte, são cruciais programas direcionados de envolvimento e de apoio no sentido de minimizar o impacto e garantir o acesso equitativo a oportunidades, refere o relatório. O fornecimeno de suporte justo, transparente e adequado aos grupos vulneráveis pode promover o apoio público às políticas climáticas e aumentar a estabilidade das políticas.
Fonte: “Accelerating an Equitable Transition: Policy Guidelines for Impact”, Fórum Económico Mundial
03-12-2024
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A riqueza global aumentou 4,2% em 2023, à medida que os mercados bolsistas recuperavam e a inflação diminuía. A Europa, o Médio Oriente e África registaram o maior crescimento em termos de riqueza, enquanto os EUA avançaram a cerca de metade do ritmo destas regiões, a 2,5% anuais (“Global Wealth Report 2024”, UBS).
De entre os países com a maior riqueza média (num conjunto de dados de 56 Estados, que cobrem 92,2% da população global), a Suíça surge em 1.º lugar, com a riqueza média por adulto a aumentar de 685.226 dólares em 2022 para 709.612 dólares em 2023.
Muitas das nações mais ricas são pequenos países com setores financeiros prósperos (como o Luxemburgo e Singapura), que beneficiam de um investimento direto estrangeiro significativo e de políticas pró-empresas que ajudam a estimular a riqueza económica. Em Singapura os ganhos de capital e os rendimentos de dividendos estão isentos de impostos.
Fontes: Visual Capitalist / “Global Wealth Report 2024”, UBS
28-11-2024
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A comunidade empresarial espera que a transição verde tenha um impacto positivo nas economias, embora existam diferenças significativas entre países, segundo o relatório “Accelerating an Equitable Transition: Policy Guidelines for Impact”, do Fórum Económico Mundial.
Os países que já estão no bom caminho no desenvolvimento de tecnologias verdes tendem a ter expectativas mais optimistas para a economia – é o caso dos EUA. Da mesma forma, as nações de rendimento elevado com uma economia baseada em serviços e forte apoio social – como os países nórdicos, Reino Unido e Singapura – tendem a ter uma perspetiva positiva. E as economias emergentes de elevado crescimento, bem posicionadas para beneficiar da transição verde, como a Indonésia e a Costa Rica, também estão globalmente otimistas.
Os principais exportadores de combustíveis fósseis estão mais divididos – aqueles que já estão a diversificar vêem oportunidades, incluindo em torno de minerais críticos ligados à transição; já aqueles que ainda não investiram estão mais cautelosos.
As nações no início da transição ecológica tendem a ser neutras quanto ao impacto, preocupadas com a dimensão do desafio e com as metas ambiciosas que este exige. Os países da Europa Central e Oriental são pessimistas.
Fonte: “Accelerating an Equitable Transition: Policy Guidelines for Impact”, Fórum Económico Mundial
27-11-2024
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