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A procura de prata continua a aumentar, impulsionada por tecnologias como a energia solar e a inteligência artificial (IA). Só em 2023, o mercado da prata registou um défice de 15% na oferta.
De acordo com a canadiana Sprott, a prata só perde para o petróleo como uma das commodities mais utilizadas, com mais de 10.000 aplicações. Este metal é um componente-chave nas células fotovoltaicas: um painel solar médio requer 20 gramas de prata. Os veículos elétricos utilizam entre 25 e 50 gramas. E é essencial para semicondutores, controlos, sensores ou tecnologia no transporte habilitado para IA. É também fundamental em IA na saúde (como nanopartículas de prata condutoras em adesivos eletrónicos para a pele).
Apesar da sua importância, o declínio do teor da prata e o esgotamento das reservas nas minas existentes estão a reduzir a produção. A indústria também sofre com a falta de investimento em minas primárias. Mais de 70% da prata é extraída como subproduto do ouro, cobre e outros metais. A produção está concentrada em três países – México, Peru e China – que, juntos, representam metade da produção global.
Fontes: Visual Capitalist / “World Silver Survey 2024”, Silver Institute / “Reasons to Own Silver”, Sprott
26-11-2024
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Os países estão a construir “fábricas de inteligênica artificial” (IA) nacionais para deixarem a sua marca no desenvolvimento de IA.
A Dinamarca é a mais recente nação a prosseguir para a IA soberana, numa tentativa de impulsionar a investigação e a competitividade nacionais.
Mas os percursos de desenvolvimento divergentes entre países podem vir a dificultar a colaboração e minar a segurança.
Dominar a IA a nível nacional exige pessoas dispostas a confiar na mesma – o que aparentemente descreve apenas cerca de uma em cada três pessoas no Reino Unido, França, Austrália e Coreia do Sul, e apenas cerca de uma em cada cinco no Japão e na Finlândia.
Assim, manter uma grande parte desta tecnologia a nível interno, criando a própria versão, pode ajudar a dissipar preocupações.
Fontes: Fórum Económico Mundial / “The Global AI Index 2024”, Tortoise Media
21-11-2024
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Em média, as pessoas que trabalham com consultores financeiros, que têm um alinhamento com a sustentabilidade, que confiam na inteligência artificial (IA) e têm elevada tolerância ao risco estão mais envolvidas/motivadas, de acordo com o “Investor Engagement Index” da americana Morningstar.
O maior contraste detetado é o de as pessoas com elevado conforto, ao tomarem decisões de investimento, terem níveis de envolvimento quase duas vezes superiores àquelas que têm baixo conforto. Aliás, as primeiras são bem mais propensas a afirmar que têm conhecimento sobre a composição e o desempenho dos seus investimentos (84%) por comparação com as segundas (18%).
Fontes: Visual Capitalist / “Investor Engagement Index”, Morningstar
20-11-2024
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A competição geopolítica está a estimular a transição para a energia limpa, com os países a competir em termos de legislação e de investimento. Mas a procura crescente e a oferta limitada de minerais essenciais poderão dificultar o processo. E a concentração de minerais críticos num punhado de países introduz vulnerabilidades.
As perturbações na cadeia de fornecimento ou as restrições às exportações, motivadas por tensões geopolíticas, podem comprometer os objetivos energéticos globais. As rivalidades geopolíticas correm o risco de fragmentar as cadeias de abastecimento e de minar a colaboração inter-regional, sobretudo porque as nações dão prioridade à auto-suficiência em detrimento da cooperação. Esta competição pode atrasar a ação coletiva em matéria de objetivos climáticos, aumentando o risco de escassez de fornecimento e de desalinhamento regulamentar.
Fontes: Fórum Económico Mundial / Agência Internacional de Energia Atómica
19-11-2024
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Com as crescentes tensões geopolíticas, o aumento de sanções e afins, o interesse na compra de ouro está a aumentar. Os bancos centrais, sobretudo os da Rússia e da China, têm comprado ouro ao ritmo mais rápido, à medida que os países procuram diversificar as suas reservas longe do dólar.
As reservas da Rússia saltaram de 1.035 toneladas em 2013 para 2.333 em 2023. As da China aumentaram de 1.054 para 2.235 toneladas. Em terceiro lugar, a Turquia aumentou as reservas de 116 toneladas para 540 (dados Conselho Mundial do Ouro).
Quanto às maiores reservas globais de ouro, encontram-se nos EUA, que detém 8.133 toneladas.
Fontes: Visual Capitalist / Conselho Mundial do Ouro
14-11-2024
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As emissões relacionadas com energia estão à beira de um período prolongado de declínio, pela primeira vez desde a Revolução Industrial. O ano de 2024 é crucial, na medida em que pode marcar o pico de emissões globais de CO2 relacionadas com energia. É um momento histórico.
A previsão da norueguesa DNV, no seu “Energy Transition Outlook 2024”, aponta para que, até 2050, as emissões globais de CO2 sejam reduzidas para metade face aos níveis atuais. No entanto, esta trajetória fica significativamente aquém das metas estabelecidas pelo Acordo de Paris, em que o mundo devería atingir emissões carbono zero/neutralidade carbónica em 2050.
O consequente aquecimento previsto de 2,2°C até ao final do século contrasta assim fortemente com o objetivo de limitar o aumento da temperatura bem abaixo dos 2°C.
Ou seja, a transição para um futuro energético sustentável continua a ser alarmantemente lenta. A transição energética está no bom caminho, mas está a avançar à velocidade errada.
Fontes: Fórum Económico Mundial / “Energy Transition Outlook 2024”, DNV
13-11-2024
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Cerca de 90% da riqueza está concentrada em apenas três regiões do mundo. A América do Norte, a Ásia-Pacífico e a Europa Ocidental representaram a grande maioria da riqueza líquida em 2023 (dados “Global Wealth Report 2024”, BCG). Tal deve-se às economias diversificadas destas regiões, aos sistemas financeiros avançados e aos elevados níveis de industrialização.
A América do Norte foi responsável, em 2023, por mais de 50% de toda a nova riqueza financeira criada, em grande parte graças aos ganhos robustos do mercado bolsista (o S&P 500 subiu 24% ao longo do ano).
De acordo com a previsão para 2028, tanto a América Latina como o Médio Oriente e África devem crescer de forma mais rápida, a uma taxa de crescimento de 8%. Já as duas regiões europeias deverão crescer ao ritmo mais lento.
Fontes: Visual Capitalist / “Global Wealth Report 2024”, BCG
12-11-2024
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Há a possibilidade de uma recuperação sustentada de crescimento nos próximos anos, de acordo com o “Chief Economists Outlook” do Fórum Económico Mundial (maio).
Quase sete em cada dez economistas-chefe afirmam esperar que o crescimento global regresse aos 4% nos próximos cinco anos; e quatro em cada dez esperam que tal aconteça nos próximos três anos. Tal representaria uma melhoria bem-vinda na economia global, embora seja importante notar que uma minoria dos inquiridos (23%) não partilha este optimismo e diz que não espera que a economia global regresse a um crescimento de 4% em qualquer período de tempo.
Olhando para os potenciais impulsionadores de crescimento nos próximos cinco anos, os economistas-chefe são inequívocos ao esperarem que a transformação tecnológica, a inteligência artificial e a transição verde e energética desempenhem um papel positivo, sobretudo nas economias de elevado rendimento. Em contrapartida, existe um forte consenso de que a geopolítica, a política interna, os níveis de dívida, as alterações climáticas e a polarização social deverão travar o crescimento tanto nas economias de alto rendimento como de baixo rendimento.
Fontes: Fórum Económico Mundial /"Chief Economists Outlook" de maio
07-11-2024
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As Sete Magníficas são hoje algumas das maiores empresas do mercado bolsista dos EUA; mas o cenário era bem diferente no ano 2000.
No início deste século a Apple, a Microsoft, a Amazon e a Nvidia tinham um valor combinado de 244 mil milhões de dólares. A Alphabet (Google) era ainda uma empresa privada; a Meta (Facebook) e a Tesla ainda nem sequer tinham sido fundadas.
Em julho de 2024 as Sete Magníficas valiam, em conjunto, 15,4 triliões de dólares. E, no primeiro semestre do ano, geraram 49% dos lucros totais do S&P 500.
Fontes: Visual Capitalist / Ehsan Soltani / CompaniesMarketCap.com / Yahoo Finance
06-11-2024
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As inundações estão a tornar-se uma parte inevitável da vida em muitas regiões do mundo. Desde graves inundações nos países do Golfo e nos EUA até dilúvios inesperados no Reino Unido, na Líbia, no norte de Itália, e, mais recentemente, em Espanha, é impossível ignorar o aumento destes fenómenos meteorológicos extremos.
Dois terços dos inquiridos no “Global Risks Report 2024”, do Fórum Económico Mundial, identificam as condições meteorológicas extremas, incluindo inundações, como o principal risco para este ano.
As inundações não são só o tipo de catástrofe natural mais comum em todo o mundo, como há pesquisa que sugere que a proporção de população mundial exposta a estes fenómenos está a aumentar.
E espera-se que esta tendência acelere à medida que o nível do mar sobe. Muitas das maiores cidades do mundo, como Tóquio, Nova Iorque ou Mumbai, estão perto da costa, o que coloca um grande número de pessoas em risco.
Fontes: “Global Risks Report 2024”, Fórum Económico Mundial / Statista
05-11-2024
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A energia nuclear desempenha um papel crucial na transição energética. No entanto, para satisfazer a crescente procura energética mundial, é necessária mais capacidade.
No final de 2023 a capacidade global de energia nuclear era de 396 gigawatts (GW). Entretanto estão em desenvolvimento ou foram anunciados mais 299 GW (dados Global Energy Monitor).
Os EUA têm a maior capacidade de energia nuclear, com 102 GW em 94 reatores. As centrais nucleares estão espalhadas por todo o país, com pelo menos um reator em 28 Estados.
A França (64 GW) e a China (58 GW) têm a segunda e a terceira maiores capacidades nucleares, respetivamente. Entre os cinco primeiros países a nível mundial seguem-se a Rússia (29 GW) e a Coreia do Sul (27 GW).
Considerando as centrais em construção, pré-construção ou já anunciadas, a capacidade nuclear global deverá aumentar para 695 GW, o que representa um salto de mais de 75%.
Fontes: Visual Capitalist / Global Energy Monitor
31-10-2024
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São muitos os motivos para os atrasos na ação climática. Um deles é a crescente escassez global de competências verdes e a falta de investimento em formação e outras políticas que possam apoiar o acesso a empregos verdes dignos, bem como uma transição justa para os trabalhadores existentes.
Atrasar a ação climática poderá provocar perdas de 20% do produto interno bruto até 2100, afetando empresas e economias locais, tornando-o um problema importante para as empresas e as comunidades.
Investir nas nossas pessoas pode aumentar o ritmo, a escala, a eficácia e o sucesso da ação climática para as economias locais. A ação climática nas cidades pode proporcionar mais um terço de empregos face a uma abordagem de manutenção do status quo. E poderá também criar oportunidades melhores, mais fortes, mais seguras e mais saudáveis para os trabalhadores.
Fontes: Fórum Económico Mundial / C40 e Circle Economy Foundation
30-10-2024
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Os planos em inteligência artificial (IA) das big tech estão associados a um elevado preço em energia – as empresas tecnológicas e os seus centros de dados estão a consumir mais eletricidade do que países com muitos milhões de habitantes.
A Google e a Microsoft consomem mais eletricidade (24 TWh) do que nações como a Jordânia (população: 11 milhões) e o Gana (34 milhões), ao comparar com países selecionados o uso de eletricidade da Google, da Microsoft, da Meta e da Apple em 2023, com base em dados de relatórios das empresas e da Administração de Informação de Energia dos EUA (2022).
Estes valores destacam o enorme consumo de energia destas grandes empresas tecnológicas, que mantêm centros de dados massivos como uma parte fundamental das suas operações.
Fontes: Visual Capitalist / Administração de Informação de Energia dos EUA
29-10-2024
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Os deepfakes – em que a inteligência artificial (IA) é utilizada para criar vídeos, imagens ou clips de áudio hiper-realistas de pessoas, mas falsos – nem sempre são fáceis de detetar.
No final de 2023, gravações áudio falsas atrapalharam um dos principais candidatos nas eleições da Eslováquia. No início de 2024, uma pessoa em Hong Kong foi induzida a pagar 25 milhões de dólares a burlões depois de estes terem forjado uma videoconferência.
Num ano recorde de eleições em todo o mundo, nova investigação revela que os deepfakes que se fazem passar por políticos e celebridades “para influenciar a opinião pública” são o uso indevido mais comum de tecnologia – à frente do cibercrime.
Nos EUA 60% dos adultos mostram-se preocupados com os deepfakes, pelo que ser capaz de os identificar está a tornar-se uma competência crucial.
Fontes: Fórum Económico Mundial / Statista
24-10-2024
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O consumo global de energia tem variações regionais significativas devido a diferenças nos níveis de industrialização, condições climáticas, densidade populacional e acesso a recursos naturais, bem como às diferentes políticas energéticas e atividades económicas entre nações.
Esta imagem mostra os 15 principais países em termos de consumo de energia per capita em 2023, bem como para cada região global (dados “Statistical Review of World Energy 2024”, Energy Institute).
O Qatar teve o maior consumo de energia per capita no mundo em 2023, com 817 gigajoules (GJ) por pessoa. Quase todo o consumo energético do país provém de gás natural, do qual tem reservas abundantes.
Quanto a regiões, a América do Norte consome, sem surpresa, mais energia por pessoa, com 240 GJ per capita, quase três vezes a média global de 77 GJ. Este valor contrasta com os de regiões como África (14 G) ou América do Sul e Central (58 GJ).
Segundo o Energy Institute, cerca de 750 milhões de pessoas no globo (ou 1 em cada 10) não têm acesso a eletricidade.
Fontes: Visual Capitalist / “Statistical Review of World Energy 2024”, Energy Institute
23-10-2024
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No mundo atual orientado para a cloud, a cibersegurança é uma consideração estratégica fundamental. Globalmente, os incidentes de segurança na cloud aumentaram 154% entre 2023 e 2024. Mas só 4% das organizações têm capacidade para remediar os riscos de forma rápida e eficaz, de acordo com a empresa de cibersegurança Check Point.
Para proteger os ambientes de cloud, as organizações devem adotar uma abordagem proativa e que priorize a prevenção, incluindo ferramentas alimentadas por inteligência artificial (IA) em tempo real, e um modelo de segurança de confiança zero, para minimizar os riscos antes que estes se materializem.
As plataformas de proteção de aplicações nativas da cloud (CNAPP em inglês) devem ser combinadas com soluções preventivas, como firewalls de aplicações Web (WAF) e gateways de segurança virtuais para reduzir a gravidade dos riscos e priorizar eficazmente as ameaças críticas.
Fonte: Fórum Económico Mundial / Check Point
22-10-2024
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Fundada em 1801, a Bolsa de Valores de Londres (LSE) é das mais antigas do mundo, embora não tão antiga quanto a Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE), inaugurada em 1792. No geral, os países europeus representavam mais de 67% da capitalização de mercado em 1900. Passados 123 anos, os EUA posicionam-se como o maior mercado de ações do globo. A participação da América na capitalização de mercado global cresceu 46 pontos percentuais, e o país abriga seis das sete empresas no mundo com capitalização superior a 1 bilião de dólares (os dados de 1900 provêm da base de dados DMS, acedida através do UBS Global Investment Returns Yearbook 2024; os números de 2023 baseiam-se na FTSE Russell All-World Index Series Monthly Review, de dezembro 2023).
Ao longo deste período, nações asiáticas como o Japão, a China e a Índia também emergiram como importantes mercados de ações. Prevê-se que estes dois últimos países tenham as duas maiores economias mundiais até 2075, e, como resultado, o tamanho dos seus mercados financeiros pode crescer de forma significativa.
Fonte: Visual Capitalist
17-10-2024
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O lançamento de assistentes de IA (inteligência artificial) como o ChatGPT criou um entusiasmo significativo pela IA generativa (GenAI em inglês). E a China lidera a corrida às patentes, segundo dados sobre as principais empresas por propriedade de patentes nos modelos de GenAI em abril de 2024 da OMPI - Organização Mundial da Propriedade Intelectual (WIPO em inglês), a agência das Nações Unidas para a inovação.
Os avanços tecnológicos na GenAI refletem-se também no aumento acentuado da atividade de patentes. O número global de famílias de patentes (grupo de patentes relacionadas com a mesma invenção ou tecnologia) na GenAI cresceu de apenas 733 em 2014 para mais de 14.000 em 2023.
Fontes: Visual Capitalist / WIPO
15-10-2024
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A convergência dos negócios, das tecnologias XR – que incluem realidade virtual (VR), realidade aumentada (AR) e realidade mista (MR) –, e da gestão ambiental está a abrir novas oportunidades e desafios à medida que a crise climática se intensifica. As XR estão a tornar-se uma ferramenta poderosa para ajudar os líderes a impulsionar inovações em sustentabilidade. Esta não é apenas uma tendência tecnológica; é uma grande mudança na forma como as empresas inovam, operam e se ligam com os stakeholders.
Dados destacam o potencial das XR: relatórios estimam que as tecnologias XR poderão desbloquear 1,5 mil milhões de dólares em valor para a economia global até 2030, com uma parte significativa deste valor ligada a iniciativas de sustentabilidade.
As tecnologias XR são agora utilizadas em indústrias para tarefas como a formação da força de trabalho, design ou visualização de dados.
Fonte: Fórum Económico Mundial
10-10-2024
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A filantropia corporativa global totalizou cerca de 71 mil milhões de dólares em 2022 – e quase metade deste valor veio de organizações sediadas nos EUA, segundo o white paper “The Role of Corporate Philanthropy in Accelerating Climate and Nature Transitions”, do Fórum Económico Mundial.
Os incentivos variam de país para país, dependendo dos requisitos legais, dos incentivos fiscais e de outros fatores. A obtenção de dados globais é, por isso, complicada, e há lacunas que permanecem, salientam os autores do white paper.
A filantropia é uma prática crescente. O financiamento filantrópico empresarial global para a natureza e o clima representa quase metade de toda a filantropia coporrativa, tendo registado um aumento de 127% (em dólares) entre 2018 e 2022.
As tendências da filantropia empresarial parecem estar intimamente ligadas aos acontecimentos atuais, refere o relatório.
Fontes: Fórum Económico Mundial / “The Role of Corporate Philanthropy in Accelerating Climate and Nature Transitions”
08-10-2024
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