Menu

  • Início
  • Sobre nós
  • Líderes
  • Conhecimento
  • Opinião
  • Num Minuto
  • Avalie-se

Uma comunidade de líderes

Uma comunidade de líderes

Site LBC
  • Início
  • Sobre nós
  • Líderes
    • Ensinamentos dos líderes
    • Líderes em discurso direto
    • Citações
  • Conhecimento
    • Competências
    • Comunicar
    • Empreendedorismo
    • Estratégia e gestão
    • Inovação
    • Liderança
    • Motivação
    • Livros
  • Opinião
    • Convidados
    • Ponto de vista
  • Num Minuto
  • Avalie-se
Pesquisar por:
Pesquisar apenas:

Total: 1386 resultados encontrados.

Pág. 11 de 70

IA: um apoio ou um obstáculo?


A inteligência artificial (IA) tornou-se uma força revolucionária, com o potencial de transformar muitos aspetos do nosso dia a dia. Como se sentem as pessoas comuns em relação à IA? É o que tentou perceber a Lloyd’s Register Foundation, com o inquérito “World Risk Poll 2021: A Digital World”. Na análise, que contou com 125.000 participantes em 121 países, foi perguntado se a IA irá “ajudar mais” ou “prejudicar mais” as pessoas no país de origem nos próximos 20 anos.

Um rácio acima de 1.0 indica que mais pessoas consideram que a IA poderia “ajudar mais”, enquanto abaixo de 1.0 sugere que a população é mais cética em relação à tecnologia. Embora 39% dos participantes globais acreditem que a IA irá “ajudar mais” nos próximos 20 anos, apenas 27% destes respondentes se sentiriam confortáveis ao volante de um carro autónomo. Tal sugere que, embora as pessoas possam estar prontas para a IA como uma ferramenta, podem não estar prontas para que controle grande parte das suas vidas.

Fontes: Visual Capitalist/“World Risk Poll 2021: A Digital World”, Lloyd’s Register Foundation

07-09-2023


Portal da Liderança 

Os melhores conselhos de carreira recebidos por 6 CEO


Desde o “poder de assobiar” a “ser menos que perfeito”, passando por equacionar “a que metade do mundo pertence”, são conceitos que nos fazem pensar e, se for o caso, ajustar a forma como lidamos com colegas, equipas ou desafios mais exigentes que possam surgir.

Nem todos os conselhos que recebemos, na vida e no trabalho, são úteis, mas há, ao longo do nosso percurso, um ou outro que muda por completo a nossa perspetiva. Tal é ainda mais importante num ambiente económico em rápida mudança que está a transformar de forma radical as nossas vidas pessoais e profissionais, como é destacado no “The Future of Jobs Report 2023”, do Fórum Económico Mundial. Neste sentido, foi solicitado aos convidados da série de podcasts do Fórum “Meet the Leader” (“Conheça o Líder”) que partilhassem o conselho mais valioso que receberam ao longo das suas carreiras. Seguem-se seis:

1. A que metade do mundo pertence?
Leif Johansson, ex-presidente não executivo da AstraZeneca, lembra-se de ter criticado algo que uma equipa tinha – na sua opinião – feito mal. O chefe dele concordou, mas também lhe deu o seguinte conselho:

“Quando começar a pensar que mais de metade da população à sua volta é idiota, tente também pensar a que parte do mundo pode pertencer.”

Leif Johansson diz que esta frase mudou a forma como passou a lidar com falhas no trabalho. “Impede-me de ser demasiado crítico”, explica. E, em vez de ser crítico em relação ao passado, ao que está feito, esta abordagem permite-lhe focar-se no futuro.

2. Conseguir o envolvimento das pessoas
Enquanto presidente da Innovative Medicines International e diretora comercial da Novartis, Marie-France Tschudin está habituada a gerir a mudança e a conseguir a “adesão” por parte da sua equipa. No início da carreira, um dos seus professores universitários disse-lhe:

“Se não tiver as pessoas consigo, pode ter o melhor produto, a melhor estratégia, a melhor liderança, e nada vai acontecer.”

O conceito moldou-a ao longo da sua vida profissional, diz Marie-France Tschudin. “Quando investimos tempo para nos certificarmos que as pessoas estão dispostas a nos acompanharem, faz toda a diferença”, realça. “Em tempos de mudança, o pior que podemos fazer é não estarmos lá.”

3. Pode ser menos que perfeito
Na vida e nos negócios, muitos aspiram à perfeição. Mas este objetivo bem-intencionado pode tornar-se rapidamente um obstáculo. Por vezes, menos pode ser mais, como aprendeu Caroline Casey, fundadora do The Valuable 500, um coletivo empresarial que trabalha para acabar com a exclusão de pessoas com deficiência.

“Lembre-se, 80% é suficiente... A perfeição é o que a bloqueia.”

Estas foram as palavras do seu mentor, um CEO Fortune 200, que elogiou a sua ambição e visão, mas a ensinou a sentir-se confortável com um pouco menos que a perfeição para ganhar ímpeto. “A perfeição é o que nos atrapalha. Temos de sair da frente do nosso caminho”, acrescenta Caroline Casey.

4. O poder de assobiar
Nicola Mendelsohn é diretora do Global Business Group da Meta (proprietária do Facebook), e tem cancro no sangue que não tem cura. Um conselho que a ajudou a lidar com estes dois desafios:

“Não podemos chorar e assobiar ao mesmo tempo. Por vezes as coisas tendem a ser demais, e se assobiar, garanto-lhe que não conseguirá chorar em simultâneo.”

Também aponta como mantra o lema de Eleanor Roosevelt de fazermos o que pensamos que não conseguimos fazer. “Porque quando fazemos, é assustador. Mas é quando aprendemos mais. É quando nos desafiamos; e depois, quando olhamos para trás, dizemos: sim, fiz isto e tenho orgulho.”

5. Superar o medo
Como diretora de estratégia na Halo Car, uma empresa especializada em tecnologia de veículos autónomos, Cassandra Mao também acredita em sair da zona de conforto.

“Gosto mesmo de experiências em que me sinto desconfortável. Na verdade, procuro-as, porque penso que quando estamos desconfortáveis é por norma um sinal de que estamos a fazer algo novo – e fazer algo novo é o primeiro passo para crescermos, certo?”

O seu melhor conselho? “Sentirmos medo e fazermos à mesma. O medo é normal, o medo é informação. Mas não precisa de ser determinante para as nossas ações.”

6. Ser motivado/apaixonado
Enquanto engenheiro de software que agora lidera a empresa de fabrico de aeronaves de próxima geração Boom Supersonic, Blake Scholl sempre seguiu as suas paixões. “Não tenho o currículo para construir aviões supersónicos”, diz. Assim, “passei cerca de um ano a ensinar-me os fundamentos de design e de economia de aviões, e acabei por perceber que consigo aprender isto.”

E descreve a mentalidade tradicional de nos especializarmos num tópico, e sermos especialistas ao longo do tempo, como “auto-limitante”, apontando que “as capacidades são mutáveis, o conhecimento é mutável, mas as paixões não são”. E acredita que:

“É mais poderoso seguirmos as nossas paixões e deixarmos que o nosso conhecimento e capacidades sigam para onde a paixão nos leva.”

06-09-2023


Portal da Liderança

Nota: Artigo adaptado de um texto produzido para a Global Agenda/Fórum Económico Mundial por Andrea Willige, senior writer, Forum Agenda.

Os países com mais robôs trabalhadores


O grande investimento em robótica industrial fez da China uma das nações mais automatizadas do planeta em apenas alguns anos. De acordo com o estudo “China overtakes USA in robot density”, da Federação Internacional de Robótica (IFR - International Federation of Robotics), o número de robôs operacionais na indústria chinesa atingiu uma proporção de 322 unidades por 10.000 trabalhadores em 2021, superando pela primeira vez os EUA (274 unidades por 10.000 trabalhadores). A China ocupa agora o quinto lugar no mundo, atrás da Alemanha (397 por 10.000 trabalhadores), do Japão (399), Singapura (670) e Coreia do Sul (1.000).

A China e a Coreia do Sul são os países que mais avançaram na corrida pela automação industrial nos últimos anos. Na Europa, a densidade de robôs na indústria suíça teve um aumento significativo, com a proporção quase a duplicar entre 2017 e 2021 – de 129 para 240 robôs por 10.000 trabalhadores. Na França, a indústria tem um nível menor de robotização face à maioria dos países vizinhos: 163 robôs por 10.000 trabalhadores em 2021, em comparação com 167 em Espanha, 198 na Bélgica/Luxemburgo e 217 em Itália.

Fontes: Statista/“China overtakes USA in robot density”, Federação Internacional de Robótica

05-09-2023


Portal da Liderança 

Japão quer mais raparigas nas áreas CTEM


As áreas CTEM – ciência, tecnologia, engenharia, matemática – são muito procuradas pelas organizações. E são vários os países que, para apoiar setores relevantes em crescimento, estão a apostar no ensino em CTEM (STEM na sigla em inglês). Mas há alguma dificuldade em atrair as estudantes para um campo ainda muito dominado pelos rapazes.

É o que acontece no Japão, que ocupa o último lugar entre as nações ricas, com apenas 16% das estudantes universitárias a escolherem cursos em engenharia, indústria ou construção, e com apenas 1 cientista para cada 7. Isto apesar de as meninas nipónicas serem as segundas melhores do mundo a matemática e terceiras a ciências, de acordo com a OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico.

Existe um estigma no Japão de que as mulheres que são bem-sucedidas nas áreas CTEM têm menos probabilidade de encontrar maridos. Isto porque as carreiras em CTEM são vistas como exigentes e que consomem muito tempo, o que deixa pouco espaço para a vida social e família. Atitude o Governo japonês está a tentar alterar, com uma campanha que mostra como o “preconceito inconsciente” pode dissuadir as meninas de seguirem os estudos em CTEM.

Fontes: Fórum Económico Mundial/OCDE

27-07-2023


Portal da Liderança 

Como detetar capacidades em falta na equipa?


Com pessoas-scanners: que estão constantemente a analisar o ambiente e a dar sentido à próxima crise. Esta competência é fundamental para alcançar objetivos de curto e de longo prazo, sobretudo numa altura de mudanças rápidas.

Entre as muitas lições que aprendemos com a pandemia, uma é clara: a crise pode atingir-nos a qualquer momento. E, no sentido de estarmos preparados, precisamos de ter sistemas implementados, sobretudo nas nossas equipas e organizações. A consciência organizacional – a capacidade da empresa e dos funcionários de olharem para si próprios de forma honesta, de terem noção do seu potencial e lidarem com as limitações – ajuda a construir estes sistemas. E quando fortalecemos esta consciência, podemos lidar melhor com tempos de volatilidade.

Uma maneira de o fazer é preparar-se/sentir a envolvente, conceito apresentado no livro “The Prepared Leader” por Erica H. James, reitora na The Wharton School, e Lynn Perry Wooten, presidente da Simmons University. As docentes consideram que os animais migratórios nos dão uma lição fundamental sobre preparação: “scanear o ambiente, ver os sinais, interpretá-los e entendê-los é algo tão completamente inato na natureza, que levanta a questão: por que os seres humanos falham com tanta frequência em ir mais alto?”. Porque existem muitas limitações. As autoras afirmam à Quartz que “a tendência natural para nos focarmos no presente e não no futuro e apegarmos às primeiras impressões pode ser desafiante”. Mas, felizmente, fornecem conselhos sobre como fortalecer esta capacidade. Erica H. James e Lynn Perry Wooten sugerem quatro formas-chave para começarmos a nos preparar (ou scanear) e usar para estarmos prontos quando o inesperado acontece.

1. Fique conhecido como o scanner
Todas as equipas precisam de ter pessoas-scanners “que estão constantemente a olhar para o ambiente e a dar sentido à próxima crise. E é um conjunto de competências que precisamos ensinar”, afirma Lynn Perry Wooten numa entrevista à professora e investigadora Brené Brown. Ser capaz de scanear o ambiente é fundamental para alcançar objetivos de curto e de longo prazo, sobretudo numa altura de mudanças rápidas.
Para construir reputação como scanner, tente duas táticas fornecidas pelas docentes:
Identifique os sinais: pelo menos trimestralmente, reflita sobre o que aconteceu e o que pode estar por vir. Pode querer fazer uma análise SWOT, onde lista os pontos fortes, fracos, oportunidades e ameaças que a sua equipa possa vir a enfrentar. Noutra opção, pode rastrear dados para um conjunto de indicadores-chave para observar ao longo do tempo.
Prepare-se para o que está por vir: crie uma estrutura para debater, prever e planear como a sua equipa irá lidar com cenários específicos, desde a necessidade de dispensar funcionários a ter de responder a crises políticas. Estes planos ajudam a minimizar a incerteza que pode distrair a organização e os seus funcionários do essencial.

2. Amplie a visão
Num mundo especializado, os generalistas que tiverem uma visão ampla detêm uma competência única, dado que ajudam a estabilizar a estratégia e a rotina em tempos de turbulência. Ao ampliar a sua visão pode fortalecer a forma como as coisas fazem sentido. Para começar:
Veja o panorama geral: implemente sistemas, protocolos e recursos para ter uma visão micro e uma macro. Tenha em atenção o seguinte ao observar o cenário geral: observe as tendências atuais, a concorrência, tecnologia, clientes, economia, oferta de mão de obra e legislação.
Tenha uma visão e compreensão abrangentes: leia várias publicações para obter uma perspetiva alargada – e não só sobre o seu setor. Oiça colegas e clientes para obter orientação em relação a estudos/investigação e conversas, e crie um diálogo para avançar com soluções criativas.

3. Aproveite diversas perspetivas
Por muito que se diga que ouve os colaboradores, a maioria das empresas luta para encontrar a cadência e a abordagem corretas – e, com muita frequência, acabam por ouvir as mesmas pessoas. Não vai precisar apenas de outras perspetivas: vai precisar de uma multiplicidade, que represente diferentes origens, funções e abordagens.
Considere estas duas formas de obter e usar a amplitude de visões:
Priorize o fluxo de informação: certifique-se que se pode partilhar na sua equipa – é tão crucial para os funcionários procurarem a informação de que precisam como para as organizações manterem as suas pessoas informadas. É necessário que tanto o empregador como o colaborador partilhem informação de forma livre, sem medo de represálias.
Capacite e incentive a partilha de perceções críticas: aprenda, e crie uma orientação de aprendizagem na sua equipa, grupo ou empresa. Se quer que os funcionários partilhem as suas perspetivas, deve criar um sistema para as reunir e utilizar, inclusive ao recompensar quem apresente o seu conhecimento/expertise.

4. Aprenda bem as lições
A falta de tempo e de capacidade nas organizações é uma grande parte do motivo pelo qual as equipas não consideram o que acabou de acontecer antes de passarem para o que vem a seguir. Mas é algo que têm de ter em atenção, até para não repetirem erros e, idealmente, aumentar o esforço e o impacto necessários para atingir os objetivos.
Experimente estes dois passos para aprender, de acordo com Erica H. James e Lynn Perry Wooten:
Aprenda com experiências anteriores: algumas organizações dissecam o que aconteceu em “fóruns de fracasso” para partilhar e aprender com o que não correu bem. Também pode usar “post-mortems” de projetos e afins para aplicar o que aprendeu no que vem a seguir.
Aplique o que aprendeu para melhorar processos: o líder preparado aprende e ajuda a construir uma cultura de aprendizagem, mas deve ter sistemas eficazes. Configure um sistema de feedback para converter o que aprendeu em processos. Quando forem feitas alterações, grandes ou pequenas, partilhe-as, para que as suas equipas vejam o progresso e fiquem motivadas para mais.

Conclusão: “A capacidade de scanear de modo eficaz o ambiente à procura de ameaças é uma componente-chave que ajuda os líderes a antecipar e, em alguns casos, a prevenir uma crise”, afirmam Erica H. James e Lynn Perry Wooten. Mas também é útil para todos nós: para nos tornarmos mais conscientes no nosso trabalho, nos prepararmos para a mudança, e estarmos prontos para enfrentar o que se seguir.

26-07-2023


Portal da Liderança

Nota: Artigo adaptado de um texto produzido para a Global Agenda/Fórum Económico Mundial por Anna Oakes, editora na Quartz.

Quais os budgets militares que mais subiram?


A Ucrânia representa, em termos de aumento na despesa militar, o maior salto num ano alguma vez registado pelo SIPRI (sigla em inglês para Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo), o que ilustra bem o antes e o depois para uma nação em conflito.

Embora nenhum outro país se aproxime da Ucrânia neste âmbito, o Qatar teve um incremento substancial de 27% em 2022, com uma tendência contínua de reforço do seu exército ao longo da última década. A Arábia Saudita mais quatro nações europeias – Bélgica, Países Baixos, Suécia e Polónia – registaram variações homólogas acima de 10%.

Já 13 das nações com os maiores orçamentos militares reduziram os gastos a partir de 2021, incluindo a Coreia do Sul, Itália e Israel (no top 15 dos maiores gastadores). A Turquia teve a maior queda, com uma redução estimada de 26% no orçamento militar (e que pode estar ligada à inflação, em que os preços subiram 72,3% em 2022, diminuindo o poder de compra do país).

Fontes: Visual Capitalist/SIPRI

25-07-2023


Portal da Liderança 

IA: adoção é uma questão de liderança


Os líderes têm a responsabilidade de se manterem atualizados em relação às últimas tendências e inovações, e de garantir que as suas equipas também estão preparadas. As ferramentas com inteligência artificial (IA) são uma oportunidade única para melhorar a produtividade e a eficiência.

Diogo Cardoso

Temos testemunhado uma autêntica revolução no mundo empresarial desde o disruptivo boom da IA na forma do ChatGPT e da generative AI (IA generativa). Estas novas ferramentas têm não apenas transformado a maneira como interagimos com a tecnologia, mas também a forma como otimizamos a utilização do nosso tempo e a realização de tarefas. Na qualidade de líderes temos a oportunidade, e até mesmo a obrigação, de adotar estas novas tecnologias para melhorar os nossos negócios.

O foco do diálogo em torno destas ferramentas de IA centra-se na criação de novos produtos, e, embora seja uma aplicação valiosa, tal perspetiva tende a desvalorizar o valor imediato que estas ferramentas podem proporcionar às nossas operações diárias. São os denominados quick wins (ou ganhos rápidos). O universo da IA vai além do ChatGPT, e a sua influência permeia já quase todos os aspetos do nosso trabalho. Como líderes, devemos incentivar as nossas equipas a não se limitarem a utilizar apenas uma ferramenta, quando o mercado nos proporciona uma vasta gama de opções, todas com potencial para aumentar a eficiência e o valor das nossas operações. Devemos ter uma mentalidade recetiva à experimentação com novas ferramentas e identificar assim quais as que se traduzem em valor acrescentado no nosso contexto.

À data de hoje encontramos ferramentas com IA aplicáveis a uma grande variedade de áreas profissionais. Abaixo elenco algumas das categorias/funções nas quais esta tecnologia teve um impacto significativo e pode trazer mais valor e mais produtividade de forma simples e imediata:

- Tradutores. A tradução é uma área que pode beneficiar muito com a IA porque, ironicamente, o resultado irá aproximar-se mais de uma tradução humana se recorrer a inteligência artificial em vez de uma tradução literal, por assim dizer. Exemplo: DeepL, mas quase todos os tradutores mais conhecidos recorrem a IA de uma forma generalizada.

- Assistentes de código. Para programadores, já existem vários assistentes que, enquanto se escreve o código, sugerem opções para concluir essa linha de código ou até para as próximas linhas. Já se tornou um pouco impensável eu programar sem ter uma destas ferramentas a auxiliar-me, por exemplo: o GitHub Copilot ou o MutableAI.

- Geração de imagem ou vídeo. Através de uma frase ou tags introduzidas pelo utilizador, estas ferramentas geram as imagens ou vídeos correspondentes. A maior parte gera várias opções de uma só vez de forma a acelerar o processo de seleção do resultado desejado. Além da geração de imagens, também já existem ferramentas para edição de imagens com recurso a IA, como a Freepik ou a RunwayML, mas existem muitas mais.

- Criação de conteúdo. A IA também é muito útil para criar conteúdo, por exemplo, ao gerar pitches com base em textos, ou parágrafos com base em bullets. A prova disso é que metade deste artigo foi escrito com recurso ao ChatGPT!

A adoção destas novas tecnologias é uma questão de liderança. Os líderes têm a responsabilidade de se manterem atualizados em relação às últimas tendências e inovações, e de garantir que as suas equipas também estão devidamente preparadas. As ferramentas com IA oferecem uma oportunidade única para melhorar a produtividade e a eficiência. Em última análise, a adesão a estas tecnologias não é apenas uma forma de otimizar as operações, é uma maneira de garantir que as nossas organizações estão prontas para o futuro. A era da IA está aqui, e cabe a nós, enquanto líderes, garantir que aproveitamos ao máximo as oportunidades que proporciona.

19-07-2023

Portal da Liderança


DiogoCardosoCom um mestrado em Engenharia Informática pela Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa, Diogo Cardoso tem uma carreira que engloba uma década de experiência dividida entre as áreas empresarial e académica. Envolvido em projetos internacionais em países como Angola, Bélgica, Espanha, EUA, México, Portugal e Reino Unido, é experiente na liderança técnica de equipas pluriculturais, tendo o hábito de absorver o que de melhor se faz a nível global para adaptar à sua realidade.
De momento, enquanto lead software engineer e manager na LBC, destaca-se pela união entre as competências técnicas e de gestão, reafirmando o seu compromisso com a excelência.

Quem está a comprar combustíveis fósseis à Rússia?


A China permanece o principal comprador de combustíveis fósseis de origem russa, com as importações a atingirem 30 mil milhões de dólares entre 1 de janeiro e 16 de junho de 2023, segundo dados do CREA - Centre for Research on Energy and Clean Air (Centro de Investigação sobre Energia e Ar Limpo).

Quase 80% das importações por parte da China são petróleo bruto, sendo que a receita diária média da Rússia proveniente das importações chinesas caiu de 210 milhões de dólares em 2022 para 178 milhões em 2023, devido em grande parte à queda no preço do petróleo bruto russo.

Seguem-se as nações da União Europeia de forma coletiva que, apesar de não receberem carvão da Rússia desde agosto de 2022, importaram 18,4 mil milhões de dólares em combustíveis fósseis (numa divisão de 60/40 entre petróleo bruto e gás natural).

Depois da China e do bloco da UE, a Índia é a maior importadora, com 10 vezes mais em quantidade desde antes da invasão da Ucrânia pela Rússia, em grande parte devido ao petróleo russo mais barato.

A Turquia também importou acima de 10 mil milhões de dólares em combustíveis fósseis russos. Os restantes países a seguir importaram da Rússia abaixo de 3 mil milhões de dólares.

Fontes: Visual Capitalist/CREA

20-07-2023


Portal da Liderança 

Os maiores orçamentos militares do globo


Os orçamentos militares atingiram um recorde de 2,2 mil milhões de dólares em 2022, de acordo com dados do Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz de Estocolmo (SIPRI, sigla em inglês). Este é o oitavo ano consecutivo a subir.

Os EUA representam quase 40% das despesas militares globais, com 877 mil milhões de dólares. Segue-se a China, com 13% das despesas militares mundiais (292 mil milhões). Rússia, Índia e Arábia Saudita completam os cinco maiores orçamentos militares em 2022.

Já os orçamentos mais baixos no top 40 (compilado na imagem pelo Visual Capitalist) incluem a Roménia (com 5,2 mil milhões de dólares), a Dinamarca (5,5 mil milhões), e o Chile (5,6 mil milhões). Cada um destes países representa apenas 0,2% dos orçamentos militares mundiais em 2022, havendo muitos Estados com gastos ainda menores.

A Ucrânia, que sofreu a invasão pela Rússia, é o orçamento militar no top 40 com o maior incremento anual: quase seis vezes e meia acima da despesa em 2021.

Fontes: Visual Capitalist/SIPRI

18-07-2023


Portal da Liderança 

Transição energética: luta constante


As recentes volatilidades macroeconómicas e geopolíticas levaram a maioria dos países a uma luta constante para equilibrar a segurança energética, a equidade e a sustentabilidade. E muitas nações acabaram por desviar o foco para a segurança energética à custa da equidade e da inclusividade, segundo o relatório do Fórum Económico Mundial, “Fostering Effective Energy Transition”, de junho de 2023.

O documento destaca o progresso e as oportunidades nas transições energéticas globais e nacionais com base no Índice de Transição Energética (Energy Transition Index), que avalia 120 países tendo em conta o desempenho dos seus sistemas energéticos e a sua prontidão para transitar para um sistema energético futuro equitativo, seguro e sustentável. Tal apoia decisores políticos e empresas na identificação dos processos necessários para a transição energética e no alinhar de políticas e impulsionadores de mercado em consonância.

Fonte: “Fostering Effective Energy Transition”, Fórum Económico Mundial

13-07-2023


Portal da Liderança

Bem-estar no local de trabalho em declínio?


Cerca de metade dos colaboradores sente-se “sempre” ou “frequentemente” exausta (52%) ou stressada (49%), e outros sentem-se sobrecarregados (43%), irritáveis (34%), solitários (33%), deprimidos (32%) e até zangados (27%), segundo o relatório “Advancing Workforce Well-being”, realizado pela Deloitte junto de 3.150 funcionários, gestores e executivos de topo nos EUA, Reino Unido, Canadá e Austrália.

Os funcionários estão motivados para melhorar o seu bem-estar, mas muitos não estão a progredir, segundo a análise. E, para a maioria, o trabalho está a ter um impacto cada vez maior na sua saúde física e mental.

Apenas um terço afirma que a sua saúde mental e física melhorou no último ano. Um quarto diz que piorou, e cerca de 40% relatam não ter havido qualquer mudança. A crise do custo de vida também parece estar a ter impacto. O bem-estar financeiro diminuiu no último ano para 37% dos inquiridos.

A pesquisa aponta ainda uma desconexão alarmante entre colaboradores e a liderança. O relatório constata que cerca de 80% dos executivos de topo acreditam que o bem-estar dos seus funcionários melhorou no último ano, ao contrário de todos os indicadores do inquérito.

Fonte: Fórum Económico Mundial

06-07-2023


Portal da Liderança

Mercado de petróleo vs. 10 maiores mercados de metais


O mercado de petróleo é maior que a soma dos dez principais mercados de metais em valor de produção, tendo ultrapassado os 2 triliões de dólares em 2022.

Embora a economia global dependa de muitas commodities, nenhuma se aproxima da escala massiva do mercado de petróleo. Além de ser a principal fonte de energia para os transportes, o petróleo é uma matéria-prima essencial para inúmeras indústrias, como os plásticos, fertilizantes, cosméticos ou medicina. Resultado: o mercado físico global de petróleo é astronómico em tamanho e tem uma influência económica e geopolítica significativa, com alguns países a dominar a produção global.

Esta análise foca-se em matérias-primas e materiais físicos, excluindo mercados derivativos e de ligas metálicas como o aço; e, para calcular a dimensão, usa o último preço multiplicado pela produção global em 2022, com base em dados da TradingEconomics e do USGS - United States Geological Survey).

Fonte: Visual Capitalist

11-07-2023


Portal da Liderança 

Carbono zero vs. restante energia


Embora a quota de energia com emissões carbono zero esteja a aumentar, também a geração total de energia está a ampliar. Um dos desafios para alcançar um sistema de energia carbono zero é o crescimento significativo da geração total de energia, que quase duplicou entre 2000 e 2022.

A eletrificação de áreas como a indústria ou os transportes vai provavelmente continuar a impulsionar este crescimento. A boa notícia é que 83% da nova capacidade de geração acrescentada em 2022 é renovável, e parece improvável que a quota de energia carbono zero pare de crescer tão cedo.

Fonte: Fórum Económico Mundial/Ember/Systems Change Lab/IRENA

04-07-2023


Portal da Liderança

Economia: consumidores são a chave?


A economia global tem vindo a percorrer um caminho difícil de recuperação desde o impulso inicial pós-pandemia, com a guerra na Ucrânia e o choque nos preços da energia a reduzirem os gastos das famílias e das empresas.

No entanto, há alguns indícios positivos. Indicadores avançados, como os Índices de Gestores de Compras para as principais economias, mostram que a atividade comercial começou a recuperar no segundo trimestre de 2023.

Dados revistos sobre o crescimento económico dos EUA e a da Alemanha indicam que os consumidores são a chave para a recuperação. Mas, se a economia dos EUA cresceu mais no primeiro trimestre que o reportado anteriormente, devido a gastos maiores por parte dos consumidores, já estimativas revistas sobre a Alemanha apontam que um consumo interno mais baixo levou a maior economia da Europa a entrar em recessão.

Fonte: Fórum Económico Mundial

29-06-2023


Portal da Liderança 

Carvão: a energia (ainda) ininterrupta


O carvão, a forma mais intensiva em carbono de produzir eletricidade, é responsável por quase 70% do total de emissões do setor de energia. Emite poluentes como mercúrio (um metal pesado tóxico), óxidos de azoto (principais contribuintes para a poluição atmosférica) e fuligem. É por isso que a desativação das centrais de energia a carvão e a interrupção da construção de novas, bem como a eliminação global da energia ininterrupta a carvão são essenciais.

A participação do carvão na geração de eletricidade atingiu cerca de 37% em 2019, antes da pandemia de Covid-19, e continuou a crescer globalmente, sobretudo devido à crescente procura de energia, especialmente em países dependentes de carvão, como a China e a Índia.

Fonte: Fórum Económico Mundial/Ember/Systems Change Lab

27-06-2023


Portal da Liderança 

Automatização mais lenta que o previsto


As empresas estão a automatizar as operações a um ritmo mais lento que o esperado. Segundo o “Future of Jobs Report 2023”, do Fórum Económico Mundial, as organizações estimam que 34% das tarefas sejam executadas por máquinas, e os restantes 66% por humanos. Tal representa só mais 1% no nível de automatização estimado pelos entrevistados na edição de 2020 do relatório, em que a expetativa era que quase metade (47%) das tarefas seriam automatizadas nos cinco anos seguintes. Em 2023 as expetativas apontam para 43% das tarefas automatizadas até 2027, em que a automatização varia entre 35% de raciocínio e tomada de decisão e 65% em informação e processamento de dados.

Se as expetativas de substituição dos trabalhos físico e manual pelas máquinas diminuíram, já o raciocínio, a comunicação e a coordenação – características com vantagem para os humanos – devem ser mais automatizáveis no futuro. Prevê-se ainda que a inteligência artificial (IA) seja adotada por quase 75% das empresas pesquisadas e origine alta rotatividade – em que 50% das organizações esperam que crie aumento no emprego, contra as 25% que prevêem que leve à perda de postos de trabalho.

Fonte: Fórum Económico Mundial/“The Future of Jobs Report 2023”

22-06-2023


Portal da Liderança

Competências em rota de disrupção


Cerca de 44% das competências dos trabalhadores vão passar por disrupções nos próximos cinco anos, indicam os empregadores no “Future of Jobs Report 2023”, realizado pelo Fórum Económico Mundial.

As capacidades cognitivas estão a ganhar importância de forma mais rápida, o que reflete a relevância cada vez maior da resolução de problemas complexos no local de trabalho. As empresas analisadas relatam que o pensamento criativo está a crescer em importância um pouco mais rápido que o pensamento analítico. A literacia tecnológica é a terceira competência básica com um ritmo de crescimento mais acelerado.

Fonte: Fórum Económico Mundial/“The Future of Jobs Report 2023”

20-06-2023


Portal da Liderança

À beira de burnout? É porque tem algo em débito


A má gestão da nossa energia é o que causa burnout, ou esgotamento, diz a psicóloga e coach Sarah Sarkis. O truque, quando o nível de energia está em débito, é equilibrar com créditos que nos energizam (similar ao que fazemos com as nossas finanças).

A maior causa de burnout (distúrbio psíquico de carácter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso) não é o excesso de trabalho, ou não é só o excesso de trabalho: é a má gestão de energia, de acordo com a psicóloga e coach Sarah Sarkis, que ajuda atletas e líderes da NFL - National Football League (liga profissional de futebol americano) a melhorar o desempenho. A maioria de nós gere as finanças com cuidado, para assegurar que temos dinheiro suficiente para enfrentar a semana, o mês, ou o ano. Como explica Sarah Sarkis num artigo no CNBC.com, deveríamos gerir a nossa energia da mesma maneira que gerimos os nossos rendimentos. Fazer esta alteração na forma como planeamos os nossos dias e a nossa vida pode ajudar-nos a alcançar um desempenho melhor, e a sermos mais felizes enquanto o fazemos, diz a psicóloga.

Orçamentar a energia
Pense na última vez em que teve um dia superprodutivo. Cumpriu a lista de tarefas na totalidade, fez um ótimo trabalho num projeto importante e teve reuniões com clientes e colaboradores. Ao final do dia sentiu um grande cansaço, mas também satisfação com o que conseguiu alcançar. O problema surge na manhã seguinte, em que está na expectativa de conseguir fazer o mesmo pelo segundo dia consecutivo. E no dia a seguir.

Alguns de nós passam dia após dia assim, a esgotarmo-nos a um ponto de burnout, de acordo com Sarah Sarkis. E quando, naturalmente, não conseguimos aportar o mesmo nível de energia e de eficiência ao nosso trabalho naqueles segundo e terceiro dias, ficamos insatisfeitos, e culpamo-nos pela nossa suposta incapacidade ou preguiça.

“A energia, tal como o dinheiro, é finita”, afirma Sarah Sarkis. Quando trabalhamos muitas horas ou saltamos refeições, ficamos em débito. Quando fazemos coisas que apoiam a nossa saúde mental ou física – como ter uma boa noite de sono, fazer uma refeição saudável, exercitarmo-nos ou meditar – acumulamos crédito. O truque para evitar o esgotamento é equilibrar estes débitos e créditos.

Mas como conseguimos atingir este equilíbrio? – Ao criarmos um orçamento/budget para a nossa energia, tal como fazemos com as nossas finanças.

1. Registar créditos e débitos
Se já registou o tempo que leva a executar tarefas, esta primeira etapa será familiar. Use uma das muitas aplicações disponíveis nos telemóveis para monitorizar o seu tempo: desde que acorda até à manhã seguinte (em que dormir conta como uma atividade). Ou então mantenha um caderno à mão no qual vai anotando as suas atividades. O objetivo é obter uma imagem tão completa quanto possível de todas as suas atividades.

Muito importante: sempre que terminar uma atividade e a anotar, pergunte-se como se sente depois de a ter concluído. Se se sentir relaxado e mentalmente energizado (mesmo que a atividade possa ter sido fisicamente cansativa, como treinar ou uma caminhada), é um crédito de energia. Se se sentir stressado e mentalmente esgotado, é um débito de energia. Analise como cada atividade o faz sentir realmente, porque há algumas coisas que fazemos por diversão, como aceder às redes sociais, que podem ser um débito de energia, e há algumas coisas que fazemos para o trabalho que podem ser um crédito de energia (ajudar um colega júnior, ou liderar um workshop pode deixá-lo energizado, por exemplo).

Observe quais as atividades que são débitos e quais as que são créditos. Se estiver a registar as atividades num caderno, pode dividir cada página a meio, com uma coluna de débito e outra de crédito, e ir apontando cada item no devido espaço.

2. Aumentar os créditos de energia
Sarah Sarkis recomenda que o registo seja feito por entre um a três dias. Mas se os seus dias variarem muito, e para que este exercício seja realmente útil, talvez o deva fazer por pelo menos entre quatro a cinco dias, ou até por uma semana.

Qualquer que seja a janela temporal que dedique a fazer o registo, assim que tiver dados suficientes comece a procurar padrões. Preste atenção ao tempo que dedica a dormir – está a dormir o suficiente? Se não estiver, ter mais tempo para dormir é uma ótima opção para começar a acumular crédito de energia. Veja se há formas de aumentar os créditos e diminuir os débitos. Por exemplo, se trabalha muitas horas, reserve um tempo para fazer uma pausa e caminhar, passar alguns minutos a meditar, manter/escrever um diário, ou conversar com um amigo que o faz sentir-se bem – todas estas coisas são créditos de energia e podem ajudar a equilibrar os débitos de trabalhar longas horas ou a lidar com o stress no trabalho. Se está a ter dificuldade em arranjar tempo, coloque-as na sua agenda como um compromisso, aconselha a coach.

3. Diminuir os débitos de energia
Alguns débitos de energia são uma perda de tempo que pode evitar. “Vai ficar surpreendido com a quantidade de energia que desperdiçamos em coisas que não importam”, declara Sarah Sarkis. E há alturas em que pode combinar atividades de forma a mitigar alguns dos débitos. Que tal seguir o exemplo de Steve Jobs, e fazer uma reunião enquanto caminha? Se tem um longo trajeto até ao trabalho, pode passar esse tempo a ouvir um audiolivro, um podcast ou música que o energize e revigore. A combinação de atividades que drenam energia com atividades que aportam energia permite que reponha um pouco do seu orçamento de energia, em vez de o ir gastando.

Cada vez mais empreendedores e líderes empresariais têm noção de como é importante administrar os seus níveis de energia para que possam dar o melhor de si nos momentos que realmente importam. E criar um orçamento de energia é uma ótima forma para evitar entrar numa espiral de insatisfação ou até de burnout.

14-06-2023

Portal da Liderança

Robôs tomam conta da produção


As empresas têm vindo a utilizar nos processos de fabrico cada vez mais robôs, inteligência artificial (IA) e internet das coisas (IoT), reduzindo a necessidade de contratar trabalhadores com competências tradicionais.

O stock operacional de robôs industriais atingiu quase 3,5 milhões em 2021, um aumento de 15% face ao ano anterior, de acordo com dados da Federação Internacional de Robótica (IFR - International Federation of Robotics).

Na última década, o stock operacional de robôs industriais mais do que triplicou, e continua a crescer. Só em 2021, acima de meio milhão de novos robôs foram empregados por organizações industriais.

Fonte: Fórum Económico Mundial/Federação Internacional de Robótica

15-06-2023


Portal da Liderança

As suas competências estão em alta?


Quais as competências que vão ser mais procuradas pelo mercado nos próximos anos? No top 5 estão: pensamento analítico; pensamento criativo; resiliência, flexibilidade e agilidade; motivação e autoconsciência; curiosidade e formação contínua, de acordo com o “Future of Jobs Report 2023”, do Fórum Económico Mundial.

Já tirar o máximo partido das capacidades quando se trabalha numa equipa global depende da adoção de uma mentalidade intercultural e de como as competências são aproveitadas nas diferentes culturas.

Algumas culturas podem dar prioridade a factos, declarações e opiniões (é o que acontece, por exemplo, em Itália, França e Espanha); enquanto outras podem organizar o discurso em torno de argumentos teóricos e complexos (EUA, Canadá, Austrália, etc.). E depois há as culturas que se situam algures entre estes estilos, como acontece na Argentina, Dinamarca, Brasil, entre outros países.

Fonte: Fórum Económico Mundial/“Future of Jobs Report 2023”

13-06-2023


Portal da Liderança

  • Início
  • Anterior
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9
  • 10
  • 11
  • 12
  • 13
  • 14
  • 15
  • Seguinte
  • Fim
  1. Está em...  
  2. Entrada
  • Início
  • Ficha técnica
  • Privacidade
  • Contactos

Copyright © 2026 LBC. All rights reserved.